Segunda Revolução Industrial

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A Segunda Revolução Industrial nasceu com o progresso científico e tecnológico ocorrido na Inglaterra, França e Estados Unidos, por volta da segunda metade do século XIX.

Entre 1850 e 1950, a busca por descobertas e invenções foi longa, o que representou maior conforto para o ser humano, e a dependência dos países que não realizaram a revolução científica e tecnológica ou industrial. O mundo todo passou a comprar, consumir e utilizar os produtos industrializados fabricados na Inglaterra, França, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Bélgica e Japão.

Inventos da Segunda Revolução Industrial

Entre as várias descobertas e invenções realizadas durante a Segunda Revolução Industrial estão:

  • novos processos de fabricação do aço, permitindo sua utilização na construção de pontes, máquinas, edifícios, trilhos, ferramentas etc;
  • desenvolvimento técnico de produção da energia elétrica;
  • invenção da lâmpada incandescente;
  • surgimento e avanço dos meios de transporte (ampliação das ferrovias seguida das invenções do automóvel e do avião;
  • invenção dos meios de comunicação (telégrafo, telefone, televisão e cinema);
  • avanço da química, com a descoberta de novas substâncias; a descoberta do múltiplo aproveitamento do petróleo e seus derivados como fonte de energia e lubrificantes; o surgimento dos plásticos; desenvolvimento de armamentos como o canhão e a metralhadora; a descoberta do poder explosivo da nitroglicerina etc;
  • na medicina surgiram os antibióticos, as vacinas, novos conhecimentos sobre as doenças e novas técnicas de cirurgia.

A lista de invenções e descobertas é enorme, o que representou maior conforto para o ser humano. Uma das principais consequências foi o crescimento das cidades. Em 1800, Londres chegou a 1 milhão de habitantes. A classe operária se concentrava nas cidades. As condições de trabalho eram precárias e colocavam em risco a saúde do trabalhador. Mulheres e crianças faziam parte do operariado. A jornada diária de trabalho durava 16 horas e os operários não tinham férias. Em 1830 surgiram os primeiros sindicatos que gradativamente conquistaram melhores condições para o trabalhador.

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