Asteroides


Asteroides são aglomerados de matéria cuja massa é insuficiente para que sejam classificados como planetas. Há dezenas de milhares desses corpos celestes, a maioria está localizada no cinturão de asteroides, entre as órbitas de Marte e Júpiter. São constituídos de restos rochosos que sobraram da formação do Sistema Solar há 4,6 bilhões de anos.

Características

Têm tão pouca massa que, mesmo que fossem aglomerados, seriam menores que o total de massa da Lua e da Terra. Na verdade, têm algumas centenas de quilômetros apenas. Na comparação com Ceres, um planeta-anão, se este fosse do tamanho de uma laranja, um asteroide seria menor que um grão de mostarda.

Há pelo menos meio milhão de asteroides no nosso Sistema Solar. A maioria dos asteroides tem formato irregular, quase esféricos e, tal como planetas, também têm pequenas luas e não contam com atmosfera e não podem suportar a vida como nós conhecemos. Orbitam o Sol em elípticas.

Por serem muito pequenos, descrevem movimentos de rotação rápidos em comparação com a Terra. Um dia em um asteroide dura 4,6 horas, mas um ano – movimento de translação – chega demorar 4,8 anos terrestres.

Saiba mais: Movimento de Rotação e Movimento de Translação.

Classificação

Existem três classes de asteroides. São C (Contridos), S (Duros) e M (Metálicos). Os mais e mais antigos e mais comuns no Sistema Solar são do tipo C, de aparência escura, formados por argila, rocha e silicato. Os do tipo S são compostos por silicato e ferro-níquel, mesma composição dos do tipo M. Além da composição, a distância do Sol também marca a diferença na classificação dos asteroides.

Alguns saem das órbitas e, fora do cinturão principal, vagam pelo espaço atingindo planetas. A Terra já foi atingida por um asteroide e, por conta deste evento, sofreu forte influência na estrutura geológica. A possibilidade de novos eventos é monitorada continuamente por cientistas.

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