Exercícios ENEM
Disponível em: http://orion-oblog.btogspot.com.br. Acesso em: 6 jun,...

Disponível em: http://orion-oblog.btogspot.com.br.
Acesso em: 6 jun, 2012 (adaptado).
O cartaz aborda a questão do aquecimento giobal. A relação entre os recursos verbais e não verbais nessa propaganda revela que
o discurso ambientalista propõe formas radicais de resolver os problemas climáticos,
a preservação da vida na Terra depende de ações de dessalínização da água marinha,
a acomodação da topografia terrestre desencadeia o natural degelo das calotas polares,
o descongelamento das calotas polares diminui a quantidade de água doce potável do mundo,
a agressão ao planeta é dependente da posição assumida pelo homem frente aos problemas ambientais.
Mesmo tendo a trajetória do movimento interrompida com a prisão de...
Mesmo tendo a trajetória do movimento interrompida com a prisão de seus dois líderes, o tropicalismo não deixou de cumprir seu papel de vanguarda na música popular brasileira. A partir da década de 70 do século passado, em lugar do produto musical de exportação de nível internacional prometido pelos baianos com a retomada da linha evolutória”, instituiu-se nos meios de comunicação e na industriado lazer uma nova era musical.
TINHORÃO. J. R. Pequena história da música popular: da modinha ao tropicalismo, São Paulo: Art, 1986 (adaptado).
A nova era musical mencionada no texto evidencia um gênero que incorporou a cultura de massa e se adequou à realidade brasileira. Esse gênero está representado peta obra cujo trecho da letra é:
A estrela d'alva / No céu desponta / E a lua anda tonta / Com tamanho esplendor. (As pastorinhas, Noel Rosa e João de Barro)
Hoje / Eu quero a rosa mais linda que houver / Quero a primeira estrela que vier / Para enfeitar a noite do meu bem. (A noite do meu bem, Dolores Duran)
No rancho fundo / Bem pra lá do fim do mundo / Onde a dor e a saudade i Contam coisas da cidade. (A/o rancho fundo, Ary Barroso e Lamartine Babo)
Baby Baby / Não adianta chamar / Quando alguém está perdido / Procurando se encontrar. (Ovelha negra, Rita Lee)
Pois há menos peixinhos a nadar no mar / Do que os beijinhos que eu darei / Na sua boca. (Chega de saudade, Tom Jobim e Vinícius de Moraes)
Futebol: “A rebeldia é que muda o mundo" Conheça a história...
Conheça a história de Afonsinho, o primeiro jogador do futebol brasileiro a derrotar a cartolagem e a conquistar o Passe Livre, há exatos 40 anos.
Pelé estava se aposentando pra valer pela primeira vez, então com a camisa do Santos (porque depois voltaria a atuar pelo New York Cosmos, dos Estados Unidos), em 1972, quando foi questionado se, finalmente, sentia-se um homem livre. O Rei respondeu sem titubear:
— Homem livre no futeboi só conheço um: o Afonsinho. Esíe sim pode dizer, usando as suas palavras, que deu o grito de independência ou morte. Ninguém mais O resto é conversa.
Apesar de suas declarações serem motivo de chacota por parte da mídia futebolística e até dos torcedores brasileiros, o At leta do Século acertou. E provavelmente acertaria novamente hoje.
Pela admiração por um de seus colegas de clube daquele ano. Pelo reconhecimento do caráter e personalidade de um dos jogadores mais contestadores do futebol nacional. E principalmente em razão da história de luta — e vitória — de Afonsinho sobre os cartolas.
ANDREUGCI, R.
Disponivef em: http://carosamigos.terra.com.br.
Acesso em: 19 ago. 2011.
O autor utiliza marcas linguísticas que dão ao texto um caráter informal. Uma dessas marcas é identificada em:
“[...] o Atleta do Século acertou."
"O Rei respondeu sem titubear [...]"
“E provavelmente acertaria novamente hoje."
"Pelé estava se aposentando pra valer pela primeira v e z [...]
"Pela admiração por um de seus colegas de clube daquele ano.”
Disponível em: http://clubedamafalda blogspot.com.br. Acesso em: 21...

Disponível em: http://clubedamafalda blogspot.com.br.
Acesso em: 21 set. 2011.
Nessa charge, o recurso morfossintático que colabora para o efeito de humor está indicado pelo(a)
emprego de uma oração adversativa, que orienta a quebra da expectativa ao final.
uso de conjunção aditiva, que cria uma relaçao de causa e efeito entre as ações.
retomada do substantivo "mãe” , que desfaz a ambigüidade dos sentidos a e!e atribuídos.
utilização da forma pronominal ''Ia” , que reflete um tratamento formal do filho em relação à "mãe".
repetição da forma verbal "ê” , que reforça a relação de adição existente entre as orações.
Gripado, penso entre espirros em como a palavra gripe nos chegou após...
Gripado, penso entre espirros em como a palavra gripe nos chegou após uma série de contágios entre línguas. Partiu da itália em 1743 a epidemia de gripe que disseminou pela Europa, além do vírus propriamente dito, dois vocábulos virais: o italiano influenza e o francês grippe. O primeiro era um termo derivado do latim medieval influentia, que significava “influência dos astros sobre os homens” . O segundo era apenas a forma nominal do verbo gripper, isto é, “agarrar” . Supõe-se que fizesse referência ao modo violento como o vírus se apossa do organismo infectado.
RODRÍGUES, S. Sobre pâlâvrâs.Veja, São Paulo. 30 nov. 2011.
Para se entender o trecho como uma unidade de sentido, é preciso que o leitor reconheça a ligação entre seus elementos. Nesse texto, a coesão é construída predominantemente pela retomada de um termo por outro pelo uso da elipse. O fragmento do texto em que há coesão por elipse do sujeito é:
"[...] a palavra gripe nos chegou após uma série de contágios entre línguas.”
"Partiu da Itália em 1743 a epidemia de gripe [...]” .
“O primeiro era um termo derivado do latim medieval influentia, que significava ‘influência dos astros sobre os homens’ .”
“O segundo era apenas a forma nominal do verbo gripper [...]"
“Supõe-se que fizesse referência ao modo violento como o virus se apossa do organismo infectado.”
Capitulo LIV — A pêndula Saí dali a saborear o beijo. Não pude...
Saí dali a saborear o beijo. Não pude dormir; estirei-me na cama, é certo, mas foi o mesmo que nada. Ouvi as horas todas da noite. Usualmente, quando eu perdia o sono, o bater da pêndula fazia-me muito mai; esse tique-taque soturno, vagaroso e seco parecia dizer a cada golpe que eu ia ter um instante menos de vida. Imaginava então um velho diabo, sentado entre dois sacos, o da vida e o da morte, e a contá-las assim:
— Outra de menos...
— Outra de menos...
— Outra de menos...
— Outra de menos...
O mais singular é que, se o relógio parava, eu dava-lhe corda, para que ele não deixasse de bater nunca, e eu pudesse contar todos os meus instanles perdidos, invenções há, que se transformam ou acabam; as mesmas instituições morrem; o relógio é definitivo e perpétuo. O derradeiro homem, ao despedir-se do sol frio e gasto, há de ter um relógio na algibeira, para saber a hora exata em que morre.
Naquela noite não padeci essa triste sensação de enfado, mas outra, e deleitosa, As fantasias tumultuavam-me cá dentro, vinham umas sobre outras, â semelhança de devotas que se abaíroam para ver o anjo-cantor das procissões. Não ouvia os instantes perdidos, mas os minutos ganhados.
ASSIS. M. Memórias póstumas de Brás Cubas, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992 (fragmento).
O capitulo apresenta o instante em que Brás Cubas revive a sensação do beijo trocado com Virgüia, casada com Lobo Neves. Nesse contexto, a metáfora do relógio desconstrói certos paradigmas românticos, porque
o narrador e Virgília nao têm percepção do tempo em seus encontros adúlteros.
como “defunto autor”, Brás Cubas reconhece a inutilidade de tentar acompanhar o fluxo do tempo.
na contagem das horas, o narrador metaforiza o desejo de triunfar e acumular riquezas.
o relógio representa a materialização do tempo ê redireciona o comportamento idealista de Brás Cubas.
o narrador compara a duração do sabor do beijo à perpetuidade do relógio.
Na verdade, o que se chama genericamente de índios é um grupo de...
Na verdade, o que se chama genericamente de índios é um grupo de mais de trezentos povos que, juntos, falam mais de 180 línguas diferentes. Cada um desses povos possui diferentes histórias, lendas, tradições, conceitos e olhares sobre a vida, sobre a liberdade, sobre o tempo e sobre a natureza. Em comum, tais comunidades apresentam a profunda comunhão com o ambiente em que vivem, o respeito em relação aos indivíduos mais velhos, a preocupação com as futuras gerações, e o senso de que a felicidade individual depende do êxito do grupo. Para eles, o sucesso é resultado de uma construção coletiva. Estas ideias, partilhadas pelos povos Indígenas, são indispensáveis para construir qualquer noção moderna de civilização. Os verdadeiros representantes do atraso no nosso país não são os índios, mas aqueles que se pautam por visões preconceituosas e ultrapassadas de “progresso ’.
AZZi. R. As razões de ser guarani-kaiowá
Disponível em: www.outraspaiavras.net.
Acesso em: 7 dez, 2012.
Considerando-se as informações abordadas no texto, ao iniciá-lo com a expressão "Na verdade”, o autor tem como objetivo principal
expor as características comuns entre os povos indígenas no Brasil e suas ideias modernas e civilizadas.
trazer uma abordagem inédita sobre os povos indígenas no Brasil e, assim, ser reconhecido como especialista no assunto.
mostrar os povos indígenas vivendo em comunhão com a natureza, e, por isso, sugerir que se deve respeitar o meio ambiente e esses povos.
usar a conhecida oposição entre moderno e antigo como uma forma de respeitar a maneira ultrapassada como vivem os povos indígenas em diferentes regiões do Brasil.
apresentar informações pouco divulgadas a respeito dos indígenas no Brasil, para defender o caráter desses povos como civilizações, em contraposição a visões preconcebidas.
Para Carr, internet atua no comércio da distração Autor de “A...
Autor de “A Geração Superficial’’ analisa a influência da tecnologia na mente
O jornafista americano Nicholas Carr acredita que a internet não estimula a inteligência de ninguém. O autor explica descobertas científicas sobre o funcionamento do cérebro humano e teoriza sobre a influência da internet em nossa forma de pensar.
Para ele, a rede torna o raciocínio de quem navega mais raso, além de fragmentar a atenção de seus usuários.
Mais: Carr afirma que há empresas obtendo lucro com a recente fragilidade de nossa atenção. “Quanto mais tempo passamos on-line e quanto mais rápido passamos de uma informação para a outra, mais dinheiro as empresas de internet fazem”, avalia.
“Essas empresas estão no comércio da distração e são experts em nos manter cada vez mais famintos por informação fragmentada em partes pequenas. É claro que eias têm interesse em nos estimular e tirar vantagem da nossa compulsão por tecnologia’’
ROXO, E. Folha de S. Paulo, 16 fev. 2012 (adaptado).
A crítica do jornalista norte-americano que justifica o titulo do texto é a de que a internet
mantém os usuários cada vez menos preocupados com a qualidade da informação
torna o raciocínio de quem navega mais raso, além de fragmentar a atenção de seus usuários
desestimufa a inteligência, de acordo com descobertas científicas sobre o cérebro
influencia nossa forma de pensar com a superficialidade dos meios eletrônicos.
garante a empresas a obtenção de mais lucro com a recente fragilidade de nossa atenção.
CURY, C. Disponível em: http:tftirasnacionais.btogspot.com Acesso em;...

CURY, C. Disponível em: http:tftirasnacionais.btogspot.com
Acesso em; 13 nov. 2011.
A tirinha denota a postura assumida por seu produtor frente ao uso sociai da tecnologia para fins de interação e de informação. Tal posicionamento é expresso, de forma argumentativa, por meio de uma atitude
crítica, expressa pelas ironias.
resignada, expressa pelas enumerações.
indignada, expressa peios discursos diretos.
agressiva, expressa pela contra-argumentação.
alienada, expressa pela negação da realidade.
Dúvida Dois compadres viajavam de carro por uma estrada de fazenda...
Dois compadres viajavam de carro por uma estrada de fazenda quando um bicho cruzou a frente do carro.
Um dos compadres falou:
— Passou um largato ali!
O outro perguntou:
— Lagarto ou largato?
O primeiro respondeu:
— Num sei não, o bicho passou muito rápido.
Piadas coloridas . Rio de Janeiro; Gênero. 2006,
Na piada, a quebra de expectativa oontribuí para produzir o efeito de humor. Esse efeito ocorre porque um dos personagens
reconhece a espécie do animal avistado.
tem dúvida sobre a pronúncia do nome do réptil.
desconsidera o conteúdo lingüístico da pergunta.
constata o fato de um bicho cruzar a frente do carro.
apresenta duas possibilidades de sentido para a mesma palavra.