Questões — 6º ano

Encontramos 988 questões gratuitas — com TM+ você tem acesso a mais 420 questões exclusivas Desbloquear
6º ano : Língua Portuguesa - Notícia, verbos e advérbios

Todas as orações possuem conjunções aditivas, ou seja, que exprimem soma, exceto:

a) Leu e escreveu todo o dia.

b) Fala, mas também sabe ouvir.

c) Não ata nem desata

d) Não faço isso nem que o Papa me peça.

e) Ganha, mas também gasta à vontade.

6º ano : Língua Portuguesa - Artigo de opinião, oração e coesão textual

Qual é a única alternativa verdadeira?

a) O pronome de tratamento usado para oficiais, funcionários graduados e tratamento comercial é Senhor(es) e Senhora(s).

b) Os pronomes de tratamento têm a função de objetos ou complementos.

c) Geralmente, os pronomes oblíquos têm a função de sujeito da oração.

d) Os pronomes pessoais indicam as pessoas do discurso: quem fala, com quem se fala e de quem se fala.

6º ano : Língua Portuguesa - Artigo de opinião, oração e coesão textual

Na semana passada, um estudo realizado pelo Instituto do Coração de São Paulo e publicado nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia deu manchete em vários jornais do país. Segundo a pesquisa, pacientes que sofreram infarto do miocárdio e são atendidos pelo Sistema Único de Saúde, SUS, têm 36% mais chances de morrer do que aqueles que são acompanhados por médicos particulares ou de convênios.

Lendo esta frase, leitores, qual é a conclusão que se tira de imediato? Que o SUS não funciona, vocês dirão; que é um sistema ruim, precário. Mas será que é mesmo?

Indo um pouco adiante no trabalho, descobrimos que na fase de internação a proporção de óbitos é praticamente a mesma nos dois grupos. A mortalidade maior em pacientes do SUS ocorre após a alta, quando a pessoa retorna a seu ambiente habitual. E isto enseja uma reflexão não apenas sobre infarto do miocárdio, como sobre o Brasil em geral. Em primeiro lugar, é preciso dizer que, por paradoxal que pareça, uma maior mortalidade por doença cardíaca pode ser um sinal de progresso – um progresso meio estranho, mas progresso de qualquer jeito. No passado, os brasileiros pobres não morriam de infarto, porque nem chegavam à idade em que o problema ocorre: faleciam antes, não raro na infância, de desnutrição, de diarreia, de doença respiratória. A expectativa de vida cresceu, e cresceu nos países ricos e pobres. As mortes por desnutrição e por doenças infecciosas, causadas por micróbios, diminuíram. Mas isso tem um preço. Viver mais não quer dizer viver de forma mais saudável. O pobre hoje tem mais comida, mas é comida calórica, gordurosa – pobre não come salmão nem caras saladas, nem frutas. Pobre fuma mais, e pobre é mais sedendário – passou a época em que trabalho implicava necessariamente movimento e trabalho físico, e academia de ginástica não é para qualquer um. Pobre tem menos acesso à informação sobre saúde, pobre consulta menos, às vezes porque não tem sequer como pagar a condução que o levará ao posto de saúde. Aliás, temos evidências disto em nossa própria cidade de Porto Alegre: um trabalho recentemente realizado pelos doutores Sérgio L. Bassanesi, Maria Inês Azambuja e Aloysio Achutti mostrou que a mortalidade precoce por doença cardiovascular foi 2,6 vezes maior nos bairros mais humildes da Capital.

(...)

Estas coisas não diminuem a responsabilidade dos serviços de saúde, públicos ou privados, ao contrário, aumentam-na. A questão da informação e da educação em saúde hoje é absolutamente crucial.

SUS e sistemas privados não são antagônicos, são complementares. É claro que a tarefa do SUS é muito maior – afinal, o sistema atende cerca de 80% da população – e é mais difícil: este é um país pobre, que tem poucos recursos, inclusive para a saúde. Mesmo assim, e o próprio trabalho o mostra, estamos no caminho. Apesar de tudo, as coisas melhoram

(SCLIAR, Moacyr. É o SUS – ou é a pobreza. Zero Hora. Porto Alegre, 27 jan. 2009, p. 03).

Qual é o principal argumento utilizado pelo autor para explicar a maior mortalidade por infarto em pacientes atendidos pelo SUS?

a) O SUS é um sistema ineficiente e precário.

b) A maioria dos pacientes do SUS não recebem tratamento adequado durante a internação.

c) A maior mortalidade está relacionada às condições socioeconômicas dos pacientes após a alta hospitalar.

d) O SUS oferece um tratamento mais lento em comparação com os sistemas privados.

6º ano : Língua Portuguesa - Texto de divulgação científica e adjetivos

Complete a frase: "Escrevo artigos para a _____________ de arte e cultura."

sessão
seção
cessão
sessao
6º ano : Língua Portuguesa - Propaganda e uso dos porquês

Na frase "Vocês terminaram por qual razão?", qual das opções substitui corretamente a expressão "por qual razão"?

por que
porquê
por quê
porque
6º ano : Língua Portuguesa - Notícia, verbos e advérbios

Reescreva usando o futuro do presente do indicativo a frase: "uma senhora que morava em minha rua" (apenas o verbo "morava").

uma senhora que morará em minha rua
uma senhora que morarão em minha rua
uma senhora que moraria em minha rua
uma senhora que morar-se-á em minha rua
6º ano : Língua Portuguesa - Artigo de opinião, oração e coesão textual

Identifique e classifique os pronomes pessoais na frase: "Ela ajudou-nos."

Ela — pronome pessoal do caso oblíquo; nos — pronome pessoal do caso reto
Ela — pronome pessoal do caso reto; nos — pronome pessoal do caso oblíquo
Ela e nos — pronomes pessoais do caso reto
Ela e nos — pronomes pessoais do caso oblíquo
6º ano : Língua Portuguesa - Artigo de opinião, oração e coesão textual

No trecho: "...por seus trajes e pelas armas que portavam, ___ não teve dúvida de que se tratava de ladrões", qual é a opção recomendada para evitar repetir "Ali Babá"?

Inserir o pronome 'ele'
Repetir 'Ali Babá'
Omitir o pronome (deixar em branco)
Substituir por 'o rapaz'
6º ano : Língua Portuguesa - Propaganda e uso dos porquês

Complete a oração com a forma nominal indicada: Para ____________________, precisamos suar a camisa. (infinitivo pessoal do verbo ganhar)

ganhar
ganharmos
ganhamos
ganharíamos
6º ano : Língua Portuguesa - Texto de divulgação científica e adjetivos

Reescreva substituindo o adjetivo no grau absoluto analítico pelo grau absoluto sintético erudito: "Ana está muito magra."

Ana está muito magra.
Ana está macérrima.
Ana está magríssima.
Ana está magérrima.

Pratique com questões que só você tem acesso.

Questões exclusivas criadas por especialistas — para você treinar com conteúdo que ninguém mais tem.

Assine o TM+ a partir de
R$ 19,99 /mês
Teste por 7 dias e cancele se não gostar
Gabarito comentado completo — explicação detalhada de cada questão
Questões Exclusivas — conteúdo disponível só no TM+
Tudo o que você desbloqueia com o TM+ — Prática ilimitada, explicações completas, tutor IA 24h, e correção ENEM — tudo sem anúncios!
Desbloquear questões exclusivas →