Questões de História — 9º ano

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9º ano : História - República e séculos XX–XXI

3. “Além disso, as outras potências imperialistas - França, Inglaterra e Estados Unidos - pretendiam manter o acordo de Washington, de 1922, que reservava a China como área de do mínio conjunto. A decisão japonesa de colonizar a China rasgou esse acordo. Agravou as disputas entre elas e o Japão, permitindo à China unir-se a elas contra o Japão. Nesse contexto, uma frente única antiimperialista não mais se dirigiria contra todos os imperialismos, mas unicamente contra o Japão. E os setores burgueses e latifundiários ligados àquelas potências poderiam incluir-se em tal frente.”

POMAR, Wladimir. A Revolução Chinesa. São Paulo: Editora UNESP, 2003. p. 56.

Com base na leitura do texto e em seus conhecimentos, é correto afirmar que uma das consequências diretas da invasão japonesa no território chinês foi:

O ingresso dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, que viu seus interesses econômicos ameaçados pelos japoneses.

O abandono da exploração das riquezas da China pelas potências imperialistas ocidentais, até então previsto no Acordo de Washington.

A união de grupos políticos opositores na China, que formaram uma frente unida para combater o imperialismo japonês.

A aproximação entre Chiang Kai-shek e as ideias comunistas, tendo em vista a busca de apoio da União Soviética para combater a invasão japonesa.

9º ano : História - República e séculos XX–XXI

O trecho abaixo apresenta o relato do Major Ruy de Oliveira Fonseca sobre a situação dos combatentes brasileiros após o final do conflito. Leia-o com atenção e responda ao que se pede:

"Os primeiros dez anos depois da Guerra, nós comemos o pão que o diabo amassou. A maioria chegou com dinheiro no bolso, e mal ou bem tinha o fundo de garantia, que na época era mais ou menos 400, 500 mil reis, cruzeiros, era muito dinheiro, muitos ao invés de ir embora para casa, ficaram no Rio de Janeiro, “batendo pernas”, bebendo. (...). Depois inventaram um tal de Centro de Recuperação de Incapazes das Forças Armadas, mas o CRIFA era mais uma prisão do que um centro de recuperação. Quiseram fazer como o americano, que tinha psicólogos... era um quartel velho, em que o cara ficava o dia inteiro lá internado."

(COSTA, Marco Antônio Tavares da. A Força Expedicionária Brasileira: memórias de um conflito. UFJF, 2009. p. 235.)

A partir do relato apresentado, é possível identificar que:

Apesar do entusiasmo inicial com o retorno dos pracinhas, o governo brasileiro não ofereceu apoio adequado aos ex-combatentes nos anos seguintes à guerra.

Os ex-combatentes receberam apoio financeiro suficiente do governo, o que permitiu que a maioria conseguisse reintegração social tranquila.

O Centro de Recuperação de Incapazes das Forças Armadas funcionou de forma exemplar, seguindo o modelo americano de assistência psicológica aos veteranos.

A maioria dos pracinhas preferiu permanecer no Rio de Janeiro devido às melhores oportunidades de trabalho oferecidas pelo governo federal.

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