Questões de Língua Portuguesa — 8º ano
Qual dos trechos é expositivo?
Qual dos trechos é expositivo?
“O Brasil tem 26 estados e um distrito federal.”
“Maria sentiu frio e correu para dentro de casa.”
“Se você não estudar, não passará na prova.”
“O cachorro era pequeno e branco.”
Leia: “O uso excessivo de redes sociais pode prejudicar a...
Leia: “O uso excessivo de redes sociais pode prejudicar a concentração dos estudantes, interferindo no rendimento escolar e na realização das atividades diárias. Por isso, é importante equilibrar o tempo online e estabelecer limites para o uso dessas plataformas.” Essa passagem é:
expositiva.
narrativa.
dissertativa.
injuntiva.
Qual das alternativas representa melhor o objetivo do artigo da Gazeta...
Qual das alternativas representa melhor o objetivo do artigo da Gazeta do Povo?
Instruir sobre como navegar no Google.
Dar conselhos sobre proteção de crianças e adolescentes na internet.
Explicar os perigos dos videogames.
Contar uma história sobre privacidade.
Um artigo de opinião, diferente de um texto informativo, normalmente:
Um artigo de opinião, diferente de um texto informativo, normalmente:
não usa dados nem exemplos.
apresenta uma visão crítica ou julgamento sobre um tema.
só narra acontecimentos sem análise.
tem sempre mais de três páginas.
Qual é a importância social dos artigos de opinião?
Qual é a importância social dos artigos de opinião?
Divulgar apenas opinião sem responsabilidade.
Apresentar notícias sem análise.
Servir apenas para entreter.
Estimular reflexão e debate em torno de temas relevantes.
De acordo com a explicação, que tipo de visão a minissérie impõe...
De acordo com a explicação, que tipo de visão a minissérie impõe ao público ao substituir instituições culturais?
Considere a fala do dono do café: “Café com leite só se for sem...
Considere a fala do dono do café: “Café com leite só se for sem leite.” Qual alternativa melhor mostra que ele não se importa com a qualidade do produto que serve?
Questão 1. Qual a opinião do autor em relação à minissérie "O...
Questão 1. Qual a opinião do autor em relação à minissérie "O Quinto dos Infernos"?
Tem o propósito de ensinar o que os livros de história não ensinam.
Tem o propósito apenas de divertir o público, sem respeitar a história.
Tem o propósito de alargar a oferta cultural da população brasileira.
Quando pensamos na perda, furto ou no roubo de um celular, muitas...
Quando pensamos na perda, furto ou no roubo de um celular, muitas vezes a primeira reação é considerar o prejuízo financeiro. Mas o impacto vai muito além do valor monetário. O celular, hoje, é mais do que apenas um dispositivo tecnológico: ele se tornou uma extensão de quem somos, um repositório dos nossos momentos, memórias e conexões mais íntimas.
Diante desse cenário, o seguro de celular se torna uma ferramenta essencial para mitigar os danos, ao menos no aspecto financeiro. Embora ele não consiga devolver as fotos perdidas ou as mensagens apagadas, o seguro pode fornecer uma sensação de alívio em um momento de estresse. Ele oferece a possibilidade de substituir o aparelho, permitindo que a pessoa foque na recuperação emocional e na restauração dos dados perdidos. Ter um seguro é contar com uma rede de segurança.
A perda ou roubo de um celular é muito mais do que um simples inconveniente. É um golpe emocional que pode nos deixar desorientados e desconectados do que mais importa em nossas vidas. Ao reconhecermos o verdadeiro valor do celular – não apenas como um objeto material, mas como um guardião das nossas memórias e conexões – podemos entender a importância de nos protegermos. O seguro de celular, aliado a boas práticas de backup, oferece uma dupla camada de proteção. Eles não impedem que a perda aconteça, mas garantem que, se ela vier, estaremos preparados para lidar da melhor maneira possível, preservando o que realmente importa: nossa paz de espírito.
(Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/o-impacto-emocional-da-perda-ou-roubo-de-um-celular-muito-alem-de-um-aparelho-1.1029598. Acesso em: 10 set. 2024 (adaptado)
Considerando as estratégias argumentativas utilizadas no texto, conclui-se que o seu objetivo é:
enumerar os benefícios do seguro de celular.
expor o valor emocional do celular além do material.
explicar como recuperar arquivos perdidos no celular.
criticar a dependência das pessoas em relação aos celulares.
A diferença somos nós: a gestão da mudança social e as políticas...
A diferença somos nós: a gestão da mudança social e as políticas educativas e sociais é uma importante reflexão realizada pelos professores Stephen R. Stoer e António M. Magalhães, da Universidade do Porto, em Portugal, acerca do atual debate sobre a problemática das diferenças nas políticas sociais e em particular na educação, considerando especialmente o discurso científico sobre a(s) diferença(s) e as relações subjetivadas com/entre diferentes.
Este é um livro belo e apaixonante, que instiga o leitor a refletir sobre o poder incomensurável das “diferenças”, desafia-nos mexendo em velhos conceitos, concepções e vivências, diversas e conflitantes. Diante das reflexões dos autores, somos impelidos a questionar, de que diferença falamos? Somos nós ou os outros os diferentes? Quem é o diferente?
Nesse instigante propósito de desafiar o leitor a (re)pensar sobre a temática “A Diferença Somos Nós”, os autores organizaram o livro em três partes que se inter-relacionam, estabelecendo relações entre as políticas sociais e educativas e a redefinição da “diferença” nos processos de inclusão/exclusão social.
Pela análise de Stoer e Magalhães, a matriz fundadora da escola para todos, pública, monocultural, advém do modelo etnocêntrico que se traduz na perspectiva assimilacionista; o modelo da tolerância traduz-se na perspectiva do multiculturalismo benigno que exprime a escola moderna e sua lógica estruturadora perante as diferenças; o modelo da generosidade é traduzido na perspectiva do multiculturalismo crítico, em que “pensar a diferença, não a partir do seu próprio discurso, mas através do discurso ‘emancipatório’ sobre ela” (p. 142); o modelo relacional não se traduz na perspectiva da ação anti-racista, mas enfatiza que o duplo multiculturalismo crítico/ ação anti-racista não consegue renovar o inter/multiculturalismo, repondo o jogo de relações com a diferença cultural no jogo mais amplo dos processos sociais.
O modelo relacional baseia-se numa forma de agência mais modesta do que a agência da perspectiva do multiculturalismo crítico que, em vez de ser “emancipatória”, é reflexiva, em vez de propor o domínio da mudança, propõe uma matriz tripla para lidar com a mudança social (surfar, pilotar e gerir – referendadas no capítulo 1). Na reflexão de Stoer e Magalhães, neste modelo, as ideias emancipatórias surgem como heterogêneas e conflitantes entre si; pois “(...) pensar as diferenças, não a partir do discurso – sobretudo se ‘científico’ – sobre elas, mas a partir delas, requer uma atitude epistemológica e política renovada que eventualmente é possível encontrar no que temos denominado o modelo relacional.” (p. 142).
Os autores finalizam expressando que este livro contribui para repensar as políticas sociais, em geral, e, particularmente, as políticas educacionais, ressaltando as políticas da diferença. A leitura deste livro possibilita-nos ir além, a (re)pensar a política educacional no/do Brasil: Como estão evidenciadas nas políticas a inclusão social? Como as políticas educacionais estão sendo propostas e implantadas? Com que objetivos? Na tão proclamada gestão democrática, qual o lugar que as “diferenças” ocupam? Como as concebemos? Convidamos o leitor a desfrutar uma leitura belíssima, encadeada, prazerosa, reflexiva e metafórica.
(...)
(Resenha de MELLO, Elena M. Billig e BAIRROS, Mariângela Silveira da obra A diferença somos nós. A gestão da mudança social e as políticas educativas sociais, de Stephen R. Stoer e António M. Magalhães.)
No texto acima, que é uma resenha, qual é a principal estratégia argumentativa utilizada pelas resenhistas para apresentar as ideias dos professores Stephen R. Stoer e António M. Magalhães sobre a diferença nas políticas sociais e educacionais?
Utilização de uma análise crítica para refutar os argumentos apresentados no livro.
Descrição imparcial das ideias dos autores, sem expressar opiniões pessoais.
Exposição das ideias centrais do livro, destacando a relevância do tema.
Comparação das ideias dos autores com outras teorias educacionais contemporâneas.