Exercícios ENEM
Monks embrace web to reach recruits Stew Milne for The New York Times...
Monks embrace web to reach recruits
Stew Milne for The New York Times
The Benedictine monks at the Portsmouth Abbey in Portsmouth have a problem. They are aging and their numbers have fallen to 12, from a peak of about 24 in 1969. So the monks have taken to the Internet with an elaborate ad campaign featuring videos, a blog and even a Gregorian chant ringtone. “If this is the way the younger generation are looking things up and are communicating, then this is the place to be”, said Abbot Caedmon Holmes, who has been in charge of the abbey since 2007. That place is far from the solitary lives that some may think monks live. In fact, in this age of social media, the monks have embraced what may be the most popular form of public self-expression: a Facebook page, where they have uploaded photos and video testimonials. Some monks will even write blogs.
MILNE, S. Disponível em: www.nytimes.com. Acesso em: 19 jun. 2012 (adaptado).
A internet costuma ser um veículo de comunicação associado às camadas mais jovens da população, embora não exclusivamente a elas. Segundo o texto, a razão que levou os religiosos a fazerem uma campanha publicitária na internet foi o(a)
busca por novos interessados pela vida religiosa de monge.
baixo custo e a facilidade de acesso dos monges à rede.
desejo de diminuir a solidão vivida pelos monges na abadia.
necessidade dos monges de se expressarem publicamente.
divulgação de fotos pessoais dos monges no Facebook.
Which skin colour are you? The human swatch chart that confronts...
Which skin colour are you? The human swatch chart
that confronts racism
In 1933, in a book called The Masters and the Slaves, the Brazilian anthropologist Gilberto Freyre wrote: “Every Brazilian, even the light-skinned, fair-haired one, carries about him on his soul, when not on soul and body alike, the shadow, or at least the birthmark, of the aborigine or the negro.” This was forefront in the mind of the French artist Pierre David when he moved to Brazil in 2009. “When I was in the streets, I could see so many skin colours”, he says. He decided to make a human colour chart, like one you would find in the paint section of B&Q shop, but showing the gradations and shades of our skin colour. The project, called Nuancier or “swatches”, was first shown at the Museu de Arte Moderna in Salvador – Bahia, and is now on show in his native France. “Brazil has a better attitude to skin colour than other developed nations”, he says. “There's no doubt, because the concept of skin colour difference was recognised very early in their history. Now, it even appears on identity documents.”
Yet Nuancier, David says, is still a critique of racism, in Brazil and around the world. “This work may seem provocative – to classify men by colour, to industrially produce the colour of an individual so it can be store-bought. But this is a demonstration of the commodification of bodies. It denounces racism anywhere it is found in the world.”
SEYMOUR, T. Disponível em: www.theguardian.com. Acesso em: 21 out. 2015 (adaptado).
O artista francês Pierre David, ao evidenciar seu
encantamento com a diversidade de cores de peles no
Brasil, no projeto Nuancier, também
Pelas expressões do it yourself e How-Tos, entende-se que a pesquisa...

Pelas expressões do it yourself e How-Tos, entende-se
que a pesquisa realizada na página da internet revela
uma busca por
agendamento de serviços autorizados.
instrução para a realização de atividades.
esclarecimento de dúvidas com outros usuários.
inscrição em cursos para elaboração de projetos.
aquisição de produtos para a execução de tarefas.
Most people today have a mobile phone. In fact, many people can't...
Most people today have a mobile phone. In fact, many people can't imagine how they ever got along without a portable phone. However, many people also complain about cell phone users. People complain about other people loudly discussing personal matters in public places. They complain when cell phones ring in movie theaters and concert halls. They complain about people driving too slow, and not paying attention to where they are going because they are talking on a cell phone. And they complain about people walking around talking to people who aren't there.
Whenever a new communications technology becomes popular, it changes the way society is organized. Society has to invent rules for the polite way to use the new devices. Our social etiquette, our rules of politeness for cell phones, is still evolving.
Disponível em: www.indianchild.com. Acesso em: 28 fev. 2012 (adaptado).
O uso de celulares em lugares públicos tem sido prática
corrente. O texto aponta que essa prática tem gerado
anseios por recursos para ampliar os benefícios dos dispositivos.
reclamações sobre a falta de normas no comportamento dos usuários.
questionamentos a respeito da dependência constante dessa tecnologia.
discussões acerca da legislação para a comercialização de telefones.
dúvidas dos usuários em relação ao manuseio de novos aparelhos.
TEXTO I Por “complexo de vira-latas” entendo eu a inferioridade em...
TEXTO I
Por “complexo de vira-latas” entendo eu a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo. Isto em todos os setores e, sobretudo, no futebol. Dizer que nós nos julgamos “os maiores” é uma cínica inverdade. Em Wembley, por que perdemos? Porque, diante do quadro inglês, louro e sardento, a equipe brasileira ganiu de humildade. Jamais foi tão evidente e, eu diria mesmo, espetacular o nosso vira-latismo [...]. É um problema de fé em si mesmo. O brasileiro precisa se convencer de que não é um vira-latas.
RODRIGUES, N. À sombra das chuteiras imortais. São Paulo: Cia. das Letras, 1993.
TEXTO II
A melhor banda de todos os tempos da última semana
As músicas mais pedidas
Os discos que vendem mais
As novidades antigas
Nas páginas dos jornais
Um idiota em inglês
Se é idiota, é bem menos que nós
Um idiota em inglês
É bem melhor do que eu e vocês
A melhor banda de todos os tempos da última semana
O melhor disco brasileiro de música americana
O melhor disco dos últimos anos de sucessos do passado
O maior sucesso de todos os tempos entre os
dez maiores fracassos
TITÃS. A melhor banda de todos os tempos da última semana. São Paulo: Abril Music, 2001 (fragmento).
O verso do Texto II que estabelece a adequada relação temática com “o nosso vira-latismo”, presente no Texto I, é:
“As novidades antigas”.
“Os discos que vendem mais”.
“O melhor disco brasileiro de música americana”.
“A melhor banda de todos os tempos da última semana”.
“O maior sucesso de todos os tempos entre os dez maiores fracassos”.
Deserto de sal O silêncio ajuda a compor a trilha que se ouve na...
Deserto de sal
O silêncio ajuda a compor a trilha que se ouve na caminhada pelo Salar de Atacama.
Com 100 quilômetros de extensão, o Salar de Atacama é o terceiro maior deserto de sal do mundo. De acordo com estudo publicado pela Universidade do Chile, o Salar de Atacama é uma depressão de 3 500 quilômetros quadrados entre a Cordilheira dos Andes e a Cordilheira de Domeiko. Sua origem está no movimento das placas tectônicas. Mais tarde, a água evaporou-se e, desta forma, surgiram os desertos de sal do Atacama. Além da crosta de sal que recobre a superfície, há lagoas formadas pelo degelo de neve acumulada nas montanhas.
FORNER, V. Terra da Gente, n. 96, abr. 2012.
Os gêneros textuais são textos materializados que circulam socialmente. O texto Deserto de sal foi veiculado em uma revista de circulação mensal. Pelas estratégias linguísticas exploradas, conclui-se que o fragmento apresentado pertence ao gênero
resenha, pela apresentação, descrição e avaliação do Salar de Atacama.
Em sua conversa com o pai, Calvin busca persuadi-lo, recorrendo à...

Em sua conversa com o pai, Calvin busca persuadi-lo, recorrendo à estratégia argumentativa de
mostrar que um bom trabalho como pai implica a valorização por parte do filho.
apelar para a necessidade que o pai demonstra de ser bem-visto pela família.
explorar a preocupação do pai com a própria imagem e popularidade.
atribuir seu ponto de vista a terceiros para respaldar suas intenções.
gerar um conflito entre a solicitação da mãe e os interesses do pai.
bom... o... eu tenho impressão que o rádio provocou uma...
bom... o... eu tenho impressão que o rádio provocou uma revolução... no país na medida que:... ahn principalmente o rádio de pilha né? quer dizer o rádio de pilha representou a quebra de um isolamento do homem do campo principalmente quer dizer então o homem do campo que nunca teria condição de ouvir... falar... de outras coisas... de outros lugares... de outras pessoas, entende? através do rádio de pilha... ele pôde se ligar ao resto do mundo saber que existem outros lugares outras pessoas, que existe um governo, que existem atos do governo... de modo que... o rádio, eu acho que tem um papel até... numa certa medida... ele provocou pelo alcance que tem uma revolução até maior do que a televisão... o que significou a quebra do isolamento... entende? de certas pessoas... a gente vê hoje o operário de obra com o rádio de pilha debaixo do braço durante todo o tempo que ele está trabalhando... quer dizer... se esse canal que é o rádio fosse usado da mesma forma como eu mencionei a televisão... num sentido cultural educativo de boas músicas e de... numa linha realmente de crescimento do homem [...] Esses veículos... de telecomunicações se colocassem a serviço da cultura e da educação seria uma beleza, né?
CASTILHO, A. T.; PRETTI, D. (Org.). A linguagem falada na cidade de São Paulo: materiais para seu estudo. São Paulo: T. A. Queiroz; Fapesp, 1987.
A palavra comunicação origina-se do latim communicare e significa “tornar comum”, “repartir”. Nessa transcrição de entrevista, reafirma-se esse papel dos meios de comunicação de massa porque o rádio poderia
oferecer diversão para as massas, possibilitando um melhor ambiente de trabalho.
Quantos há que os telhados têm vidrosos E deixam de atirar sua...
Quantos há que os telhados têm vidrosos
E deixam de atirar sua pedrada,
De sua mesma telha receiosos.
Adeus, praia, adeus, ribeira,
De regatões tabaquista,
Que vende gato por lebre
Querendo enganar a vista.
Nenhum modo de desculpa
Tendes, que valer-vos possa:
Que se o cão entra na igreja,
É porque acha aberta a porta.
GUERRA, G. M. In: LIMA, R. T. Abecê de folclore. São Paulo: Martins Fontes, 2003 (fragmento).
Ao organizar as informações, no processo de construção
do texto, o autor estabelece sua intenção comunicativa.
Nesse poema, Gregório de Matos explora os ditados
populares com o objetivo de
enumerar atitudes.
descrever costumes.
demonstrar sabedoria.
recomendar precaução.
criticar comportamentos.
Para que serve a tecnologia Computador “Com os computadores e a...
Para que serve a tecnologia
Computador
“Com os computadores e a internet, mudei muito. A Lian de hoje é totalmente diferente daquela de antes da informática. Me abriu portas e, além de tudo, fui aceita por pessoas que achava que não iriam me aceitar. Com a internet, viajei o mundo. Fui até Portugal e à África. Eu nem sabia que lá a realidade era tão forte. Perto deles, estamos até muito bem.” – Tânia “Lian” Silva, 26, índia pankararu.
TV
“Eu gosto muito de televisão. Assisto às novelas, me divirto muito. Mas, ao mesmo tempo, sei que aquilo tudo que passa lá não é verdade. É tudo uma ilusão.” – Valentina Maria Vieira dos Santos, 89, índia fulni-ô da aldeia Xixi a cla.
MP3 Player
“Cuido do meu tocador de MP3 como se fosse um tesouro. É um pen drive simples, mas é muito especial para mim. Nele ouço músicas indígenas e bandas da própria aldeia. Ele vive emprestado porque acaba sendo a diversão da aldeia inteira. Uso até para exibir uns vídeos que baixo da internet. Basta colocar no aparelho de DVD com entrada USB que tenho.” – Jailton Pankararu, 23, índio pankararu.
Disponível em: www2.uol.com.br. Acesso em: 1 ago. 2012.
Os depoimentos apresentados no texto retratam o modo como diferentes gerações indígenas relatam suas experiências com os artefatos tecnológicos. Os comentários revelam
uma preferência pela possibilidade de uso do computador.
um elogio à utilidade da tecnologia no cotidiano indígena.
uma crítica à própria identidade antes da inclusão digital.
o gosto pela ilusão em telenovelas transmitidas na TV.
o desejo de possuir um aparelho importado.