Exercícios ENEM
Queremos saber o que vão fazer Com as novas invenções Queremos...
Queremos saber o que vão fazer
Com as novas invenções
Queremos notícia mais séria
Sobre a descoberta da antimatéria
E suas implicações
Na emancipação do homem
Das grandes populações
Homens pobres das cidades
Das estepes, dos sertões
GILBERTO GIL. Queremos saber. O viramundo. São Paulo: Universal Music, 1976 (fragmento).
A letra da canção relaciona dois aspectos da contemporaneidade com reflexos na sociedade brasileira:
A elevação da escolaridade e o aumento do desemprego.
O investimento em pesquisa e a ascensão do autoritarismo.
O crescimento demográfico e a redução da produção de alimentos.
O avanço da tecnologia e a permanência das desigualdades sociais.
A acumulação de conhecimento e o isolamento das comunidades tradicionais.
O parlamento britânico aprovou uma lei, em 1835, cujo objetivo era...
O parlamento britânico aprovou uma lei, em 1835, cujo objetivo era regular o tráfego crescente nas principais vias no interior da Inglaterra, uma espécie de “código rodoviário”. A lei de 1835 estabeleceu a velocidade máxima de 4 milhas por hora para veículos autopropulsionados. As regras foram revistas pelo parlamento em 1896, quando foi aumentada a velocidade máxima para 10 milhas. Em 1903, novamente elevou-se o limite de velocidade para 20 milhas por hora. Em 1930, aboliu-se o limite de velocidade para carros e motos.
ELIAS, N. Tecnização e civilização. In: ELIAS, N. Escritos e ensaios. Rio de Janeiro: Zahar, 2006 (adaptado).
O processo descrito alude à necessidade de atualização da legislação conforme
as transformações tecnológicas.
a renovação do congresso.
os interesses políticos.
o modo de produção.
a opinião pública.
Atualmente não se pode identificar o espaço rural apenas com a...
Atualmente não se pode identificar o espaço rural apenas com a agropecuária, pois no campo não há somente essa atividade, embora ela possa ser a mais importante na maioria das regiões situadas no interior do país. Não é procedente se pensar no campo dissociado das cidades.
HESPANHOL, A. N. O desenvolvimento do campo no Brasil. In: FERNANDES, B. M.; MARQUES, M. I. M.; SUZUKI, J. C. (Org.). Geografia agrária: teoria e poder. São Paulo: Expressão Popular, 2007 (adaptado).
A realidade contemporânea do espaço rural descrita no texto deriva do processo de expansão
de áreas cultivadas.
do setor de serviços
da proporção de idosos.
de regiões metropolitanas.
da mecanização produtiva.
A partir da segunda metade do século XVIII, com a primeira...
A partir da segunda metade do século XVIII, com a primeira Revolução Industrial e o nascimento do proletariado, cresceram as pressões por uma maior participação política, e a urbanização intensificou-se, recriando uma paisagem social muito distinta da que antes existia.
QUINTANEIRO, T.; BARBOSA, M. L. O.; OLIVEIRA, M. G. Um toque de clássicos: Marx, Durkheim e Weber. Belo Horizonte: UFMG, 2002.
As mudanças citadas foram conduzidas principalmente pelos seguintes atores sociais:
Burguesia e trabalhadores assalariados.
Igreja e corporações de ofício.
Realeza e comerciantes
Campesinato e artesãos.
Nobreza e artífices.
A maioria das necessidades comuns de descansar, distrair-se,...
A maioria das necessidades comuns de descansar, distrair-se, comportar-se, amar e odiar o que os outros amam e odeiam pertence a essa categoria de falsas necessidades. Tais necessidades têm um conteúdo e uma função determinada por forças externas, sobre as quais o indivíduo não tem controle algum.
MARCUSE, H. A ideologia da sociedade industrial: o homem unidimensional. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
Segundo Marcuse, um dos pesquisadores da chamada Escola de Frankfurt, tais forças externas são resultantes de
aspirações de cunho espiritual.
propósitos solidários de classes.
exposição cibernética crescente.
interesses de ordem socioeconômica.
hegemonia do discurso médico-científico.
Existe uma concorrência global, forçando redefinições constantes...
Existe uma concorrência global, forçando redefinições constantes de produtos, processos, mercados e insumos econômicos, inclusive capital e informação.
CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 2011.
Nos últimos anos do século XX, o sistema industrial experimentou muitas modificações na forma de produzir, que implicaram transformações em diferentes campos da vida social e econômica. A redefinição produtiva e seu respectivo impacto territorial ocorrem no uso da
Apesar da grande distância geográfica em relação ao território...
Apesar da grande distância geográfica em relação ao território japonês, os otakus (jovens aficionados em cultura pop japonesa) brasileiros vinculam-se socialmente hoje em eventos e a partir de uma circulação intensa de mangás, animes, games, fanzines, j-music (música pop japonesa). O consumo em escala mundial dos produtos da cultura pop – enfaticamente midiática – produzida no Japão constitui um momento histórico em que se aponta a ambivalência sobre o que significa a produção midiática e cultural quando percebida no próprio país e como a percepção de tal produção se transforma radicalmente nos olhares de consumidores estrangeiros.
GUSHIKEN, Y.; HIRATA, T. Processos de consumo cultural e midiático: imagens dos otakus, do Japão ao mundo. Intercom – RBCC, n. 2, jul.-dez. 2014 (adaptado).
Considerando a relação entre meios de comunicação e formação de identidades tal como é abordada no texto, a noção que explica este fenômeno na atualidade é a de
tribalismo das culturas juvenis.
alienação das novas gerações.
hierarquização das matrizes culturais.
passividade das relações de consumo.
deterioração das referências nacionais.
Embora a compra de cargos e títulos fosse bem difundida na América,...
Embora a compra de cargos e títulos fosse bem difundida na América, muitos nobres, aí moradores, receberam títulos da monarquia devido a suas qualidades e serviços. Desde o século XVI, os títulos de marquês e conde (títulos de Castela) eram concedidos, sobretudo, aos vice-reis e capitães-gerais nascidos na Espanha. Com menor incidência, esta mercê régia também podia ser remuneração de serviços militares, de feitos na conquista, colonização e fundação de cidades.
RAMINELLI, R. Nobreza e riqueza no Antigo Regime ibérico setecentista. Revista de História, n. 169, jul.-dez. 2013.
Segundo o texto, as concessões da Coroa espanhola visavam o fortalecimento do seu poder na América ao
restringir os privilégios dos comerciantes.
reestruturar a organização das tropas.
reconhecer os opositores do regime.
facilitar a atuação dos magistrados.
fortalecer a lealdade dos súditos.
De certo modo o toxicômano diz a verdade sobre nossa condição...
De certo modo o toxicômano diz a verdade sobre nossa condição social atual, quer dizer, temos a tendência de tornarmo-nos todos adictos em relação a determinados objetos, cuja presença se tornou para nós indispensável. Todas as nossas referências éticas ou morais não têm nada de sério diante do toxicômano, porque fundamentalmente somos viciados como ele.
MELMAN, C. Novas formas clínicas no início do terceiro milênio. Porto Alegre: CMC, 2003.
No trecho, o autor propõe uma analogia entre o vício individual e as práticas de consumo sustentada no argumento da
exposição da vida privada.
reinvenção dos valores tradicionais.
dependência das novas tecnologias.
recorrência de transtornos mentais
banalização de substâncias psicotrópicas.
A elaboração da Lei n. 11.340/06 (Lei Maria da Penha) partiu, em...
A elaboração da Lei n. 11.340/06 (Lei Maria da Penha) partiu, em grande medida, de uma perspectiva crítica aos resultados obtidos pela criação dos Juizados Especiais Criminais direcionada à banalização do conflito de gênero, observada na prática corriqueira da aplicação de medidas alternativas correspondentes ao pagamento de cestas básicas pelos acusados.
VASCONCELOS, F. B. Disponível em: www.cartacapital.com.br. Acesso em: 11 dez. 2012 (adaptado).
No contexto descrito, a lei citada pode alterar a situação da mulher ao proporcionar sua
atuação como provedora do lar.
inserção no mercado de trabalho.
presença em instituições policiais.
proteção contra ações de violência.
participação enquanto gestora pública.