Questões por Ano Escolar e Matéria
Qual foi o último engano contado pelo personagem até o momento em...
Qual foi o último engano contado pelo personagem até o momento em que a história é narrada?
"Mas o que nos dizem esses documentos (...) quando nos ocupamos deles?...
"Mas o que nos dizem esses documentos (...) quando nos ocupamos deles? Nenhum documento pode nos dizer mais do que aquilo que o autor pensava - o que ele pensava que havia acontecido, o que devia acontecer ou o que aconteceria, ou talvez apenas o que ele queria que os outros pensassem que ele pensava, ou mesmo apenas o que ele próprio pensava pensar. Nada disso significa alguma coisa, até que o historiador trabalhe sobre esse material e decifre-o."
(CARR, E. H. O que é História? São Paulo: Paz e Terra, 2011. p. 52)
Neste trecho, ao refletir sobre as fontes históricas, o autor:
Defende que os documentos falam por si, e os historiadores não podem interpretá-los a partir de seu problema histórico.
Chama a atenção para a necessidade de criticar e questionar o documento, buscando entender as intenções de quem o escreveu.
Sugere que o historiador deve reunir o máximo de documentos e extrair as informações exatas, evitando o viés crítico.
Vê pouca importância no uso de fontes e documentos, por serem parciais e enviesados.
A história do povo hebreu foi marcada por diversos momentos de...
A história do povo hebreu foi marcada por diversos momentos de dispersão territorial. O termo "diáspora" tornou-se central para compreender a trajetória dessa civilização ao longo dos séculos. O que significa a expressão "diáspora hebraica" e qual sua origem histórica?
Refere-se à dispersão do povo hebreu para diferentes regiões do mundo, resultando no estabelecimento de comunidades judaicas em diversos territórios.
Designa o movimento de migração voluntária dos hebreus para a Babilônia em busca de melhores condições climáticas para agricultura.
Indica a peregrinação religiosa anual que os hebreus realizavam até Jerusalém para celebrar as festas sagradas no Templo.
Representa a divisão administrativa do território hebreu em doze regiões correspondentes às doze tribos de Israel.
A bandeira do Líbano apresenta uma árvore, o Cedro, muito importante...
A bandeira do Líbano apresenta uma árvore, o Cedro, muito importante para sua história e região. Essa árvore está ligada aos antigos fenícios, para os quais o cedro era importante porque:
Era a principal cultura agrícola dos fenícios, utilizada como lenha e fonte de alimento.
Era uma madeira abundante na região, muito utilizada para a construção de navios.
Era essencial na fabricação de arcos e flechas utilizados pelo exército do Império Fenício.
Foi trazida da África pelos próprios fenícios, que cultuavam o cedro como um símbolo divino.
"Seus habitantes costumavam se referir a si próprios de acordo com a...
"Seus habitantes costumavam se referir a si próprios de acordo com a localidade de procedência. Dessa forma, existiam os "sidonianos", de Sidon", os "tiroanos", de Tiro, entre outras denominações. A palavra "fenício" vem do grego "phoinikes", em referência à cor púrpura avermelhada que aplicavam aos tecidos e pela qual eram conhecidos."
(FOLHA DE S. PAULO. Fenícios deixaram legado ainda visível no Líbano. Turismo, São Paulo, 27 mar. 2008. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/turismo/fx2703200807.htm. Acesso em: 9 jun. 2025.)
Sobre a identidade fenícia, assinale a alternativa correta:
A lealdade ao império fenício apagava as identidades locais dessa população.
A vinculação com as cidades revela a considerável autonomia das cidades-estado fenícias.
A rivalidade histórica entre gregos e fenícios envolve o próprio surgimento do termo “fenício”, ligado ao sangue púrpuro derramado em batalhas.
A habilidade comercial dos fenícios provocou o surgimento de nomes como Sidon, Tiro e Fenícios, expressões ligadas à troca de suas mercadorias.
A respeito da Queda de Roma, assinale a alternativa INCORRETA:
A respeito da Queda de Roma, assinale a alternativa INCORRETA:
Os povos bárbaros, muito valorizados pelos romanos, tiveram papel crucial no processo da Queda de Roma, ratificada no ano de 476 d.C.
Uma das formas de se explicar a queda do Império Romano foi sua decisão por não conquistar mais territórios. A partir disso, o número de escravizados em Roma, base do trabalho, caiu e consequentemente, também a produção de alimentos e outros produtos no império.
As migrações ou invasões dos povos bárbaros resultaram em um processo de trocas culturais. Posteriormente, como resultado dessas trocas ocorreu o surgimento do feudalismo.
A queda do Império Romano não levou ao fim da cultura romana. Pelo contrário, a Idade Média presenciou, mais ainda que antes, intensas trocas culturais entre romanos e os chamados povos bárbaros.
Quando falamos sobre a Queda do Império Romano em 476 d.C., nos referimos especificamente ao Império Romano do Ocidente. O lado oriental, chamado Império Bizantino, manteve seu comando até o ano de 1453, quando ocorreu a tomada de Constantinopla pelos Turcos-Otomanos.
"Segundo a tradição, os rústicos dórios invadiram a Lacônia e...
"Segundo a tradição, os rústicos dórios invadiram a Lacônia e fundaram uma cidade, que chamaram de Esparta (...). Conquistaram toda a Lacônia e a Messênia, transformando as populações conquistadas e seus descendentes em uma espécie de servos, chamados de hilotas, palavra que significa, justamente, ʼaprisionadosʼ. Os conquistadores espartanos tornaram-se proprietários: cada espartano adulto tinha um lote de terra próprio, cultivado por muitas famílias de hilotas. Os hilotas eram obrigados a dar aos espartanos uma porcentagem dos frutos da terra, normalmente a metade, como se fossem meeiros."
(Adaptado de: FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001, p. 28).
Sobre a história e o trabalho na Esparta antiga, assinale a alternativa correta:
O trabalho manual e agrícola era amplamente valorizado, pois fortalecia o corpo e o físico dos espartanos.
Na sociedade espartana, os hilotas eram descendentes de povos conquistados, submetidos a trabalhos forçados nas terras dos esparciatas.
A propriedade da terra era exclusiva dos espartanos, que trabalhavam nela com seus familiares e seus hilotas ao longo do ano.
Segundo o texto, os hilotas eram os habitantes originais das terras conquistadas por Esparta, submetidos ao novo domínio por meio de acordos e diplomacia.
(Afresco do salto sobre o touro, Palácio de Cnossos, Creta – cerca...

O afresco acima é uma importante fonte histórica para o estudo da civilização cretense. A partir da análise da imagem e dos conhecimentos sobre o tema, é correto afirmar que:
A pintura demonstra o domínio dos cretenses sobre técnicas de perspectiva e o interesse pela representação realista da guerra.
A imagem representa uma cerimônia de coroação real, típica da sociedade patriarcal cretense.
A obra indica a influência da arte romana sobre a civilização cretense, especialmente nos afrescos do palácio de Cnossos.
O afresco ilustra as habilidades artísticas entre os povos do Egeu durante o período pré-helênico.
A história da Guerra de Troia influenciou profundamente a cultura...
A história da Guerra de Troia influenciou profundamente a cultura ocidental ao longo dos séculos. Qual é a principal importância desse episódio para as artes e a cultura clássica?
Serviu como base para a criação das primeiras leis escritas da Grécia.
Foi utilizada como fundamento da religião monoteísta da Grécia.
Inspirou diversas obras literárias, artísticas e teatrais na Antiguidade e até hoje.
Possibilitou a unificação política de todas as cidades-Estado gregas.
O crescimento populacional pode trazer diferentes impactos para as...
O crescimento populacional pode trazer diferentes impactos para as cidades e para a sociedade. Assinale a alternativa que apresenta uma consequência comum do crescimento populacional acelerado:
Redução da necessidade de moradias, escolas e serviços de saúde.
Diminuição do uso dos recursos naturais e dos espaços urbanos.
Desaparecimento das áreas urbanas e crescimento das áreas rurais.
Aumento da demanda por moradia, transporte, escolas e atendimento de saúde.