Questões por Ano Escolar e Matéria

Encontramos 3722 questões gratuitas — com TM+ você tem acesso a mais 1490 questões exclusivas Desbloquear
9º ano : História - Da Era Vargas ao golpe de 1964

(Enem/2017) Estão aí, como se sabe, dois candidatos à presidência, os senhores Eduardo Gomes e Eurico Dutra, e um terceiro, o senhor Getúlio Vargas, que deve ser candidato de algum grupo político oculto, mas é também o candidato popular. Porque há dois “queremos”: o “queremos” dos que querem ver se continuam nas posições e o “queremos” popular… Afinal, o que é que o senhor Getúlio Vargas é? É fascista? É comunista? É ateu? É cristão? Quer sair? Quer ficar? O povo, entretanto, parece que gosta dele por isso mesmo, porque ele é “à moda da casa”.

A Democracia. 16 set. 1945. apud GOMES. A.C.; D’ARAÚJO, M. C. Getulismo e trabalhismo. São Paulo: Ática. 1989.

O movimento político mencionado no texto caracterizou-se por

a) demandar a confirmação dos direitos trabalhistas.

b) apoiar a permanência da ditadura estadonovista.

c) resgatar a representatividade dos sindicatos sob controle social.

d) reivindicar a transição constitucional sob influência do governante.

e) reclamar a participação das agremiações partidárias.

9º ano : História - Fim da Monarquia e a Proclamação da República

A transferência da Coroa portuguesa para o Brasil, em 1808, foi fator determinante para qual evento histórico nacional?

a) Conjuração Baiana.

b) Inconfidência Mineira.

c) Independência do Brasil.

d) Revolta de Beckman.

e) Invasão holandesa.

9º ano : História - Tensões sociais e políticas na República brasileira

A construção de estradas e a exploração de minérios não vieram sozinhas. Nos anos de chumbo, a chegada dos colonizadores apoiados pelas políticas do regime militar, era acompanhada por ocupação irregular das terras indígenas, criação de parques ambientais onde as terras indígenas eram reivindicadas, e ação de grileiros (fraudadores de negócios imobiliários), garimpeiros e seringueiros. Para os governos da ditadura, a realização das obras resolveria a questão indígena, integrando os povos à sociedade nacional. A política integracionista via na conversão do indígena em trabalhador um processo considerado “civilizatório” nos termos do regime.

MEMÓRIAS DA DITADURA. Violências contra os indígenas durante a ditadura. Disponível em: https://memoriasdaditadura.org.br/violencias-contra-os-indigenas-durante-a-ditadura/. Acesso em: 22 out. 2024.

Sobre a relação da Ditadura Militar e os povos indígenas, é correto afirmar que:

a) Os militares defendiam a integração dos indígenas à sociedade brasileira, embora isso significasse o abandono forçado de sua cultura, tradições, línguas e de suas terras.

b) Os programas econômicos dos militares para a região norte representaram uma oportunidade para os povos indígenas, interessados na participação da construção das rodovias e na grilagem das terras nacionais.

c) O processo civilizatório estabelecido pelos militares para os indígenas envolvia o princípio de preservação da autonomia e identidade dos povos indígenas.

d) As ações militares na região norte do país estavam fundadas em princípios ambientais, civilizatórios e pautados pelo respeito à diversidade.

9º ano : História - Crises, guerras e revoluções

Assinale a alternativa que melhor descreve o contexto da Alemanha na época de ascensão do Nazismo.

a) Os país vivia anos de crise econômica e inflacionária, inicialmente devido à Primeira Guerra Mundial e ao Tratado de Versalhes, e depois devido à Crise de 1929.

b) Vitoriosa na Primeira Guerra Mundial, a Alemanha experimentava um contexto de crescimento econômico e forte nacionalismo, sentimento explorado por Adolf Hitler.

c) A Alemanha estava diretamente envolvida na disputa por colônias na África e na Ásia, o que gerou ampla rivalidade com a Inglaterra e a França. A Conferência de Berlim buscou pacificar as disputas coloniais, sem sucesso.

d) Os alemães assistiam ao crescimento do exército e maior militarização da sua sociedade, medidas tomadas pela República de Weimar para evitar um novo ataque da França e da Inglaterra.

8º ano : História - Cultura e Sociedade no Brasil Imperial

No Brasil, timidamente, as novidades do tempo estarão presentes desde a década de 1860. Antes mesmo de abolir a escravidão, que (...) desmentia a reputação de progressista perseguida pelo Império (...), aqui chegaram alguns lampejos suntuários das conquistas modernas. A fotografia, o telefone, o telégrafo e o fonógrafo causaram espanto e maravilha. A rede de estradas de ferro estendeu-se, unindo aos portos de escoamento para o mercado externo as grandes fazendas do Oeste paulista, onde o trabalho livre ganhava espaço e os proprietários pretendiam ser empresários modernos…”

(NEVES, Margarida de Souza. Os cenários da República. O Brasil na virada do Século XIX para o século XX. IN FERREIRA, Jorge. DELGADO, Lucilia. O tempo do liberalismo oligárquico - Vol. 1: Da Proclamação da República à Revolução de 1930. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010. p. 25)

A partir da análise do texto e de seus conhecimentos sobre o período, é possível identificar uma contradição no projeto de modernização brasileiro do final do século XIX. Essa contradição se expressa:

a) Na implementação de tecnologias modernas antes da industrialização completa do país, o que gerou dependência de técnicos estrangeiros e impediu o desenvolvimento tecnológico nacional autônomo.

b) Na expansão da malha ferroviária voltada exclusivamente para o mercado interno, enquanto a economia brasileira permanecia prioritariamente exportadora de produtos primários.

c) Na adoção de inovações tecnológicas nas áreas urbanas, enquanto as fazendas de café mantinham métodos tradicionais de produção incompatíveis com a modernidade almejada.

d) No discurso liberal dos proprietários rurais que se autoproclamavam empresários modernos, mas que mantinham práticas protecionistas que impediam a livre concorrência no mercado cafeeiro.

e) Na incorporação de tecnologias e símbolos de progresso material, enquanto a estrutura social permanecia baseada no trabalho escravizado, revelando uma modernização conservadora e excludente.

9º ano : História - Fim da Monarquia e a Proclamação da República

"O marechal Floriano encarnava uma visão da República não identificada com as forças econômicas dominantes. Pensava construir um governo estável, centralizado, vagamente nacionalista, baseado sobretudo no Exército e na mocidade das escolas civis e militares. Essa visão chocava-se com a da chamada República dos Fazendeiros, liberal e descentralizada, que via com suspeitas o reforço do Exército e as manifestações da população urbana do Rio de Janeiro..."

(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2013. p. 219)

O texto evidencia tensões entre diferentes projetos políticos durante o governo de Floriano Peixoto. O conflito descrito pelo historiador refere-se ao embate entre:

a) um projeto centralizador e nacionalista apoiado pelos militares e setores urbanos versus um projeto federalista e liberal defendido pelas oligarquias agrárias.

b) as propostas socialistas dos movimentos operários urbanos e o conservadorismo monarquista das elites rurais tradicionais.

c) os interesses da burguesia industrial emergente e as demandas dos trabalhadores rurais por reforma agrária.

d) o projeto parlamentarista defendido pelo Exército e o presidencialismo autoritário apoiado pelos cafeicultores paulistas.

e) as reivindicações autonomistas das províncias do Sul e o unitarismo defendido pelas oligarquias do Nordeste.

9º ano : História - Da Segunda Guerra Mundial à Guerra Fria

3. "... Vargas via a neutralidade como uma estratégia de aproveitamento máximo das circunstâncias; comercializava com ambos os lados, para a exasperação do estreito núcleo decisório de seu governo, uns favoráveis aos Aliados, como o chanceler Oswaldo Aranha e seu próprio genro, Ernâni do Amaral Peixoto, interventor do Rio de Janeiro, e outros francamente germanófilos, como os generais Gois Monteiro e Dutra."

(SCHWARCZ, Lilia M; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015 p. 384)

A partir da leitura do texto e de seus conhecimentos sobre o posicionamento brasileiro no início da Segunda Guerra Mundial, é correto afirmar que:

a) O governo brasileiro decidiu rapidamente apoiar os Aliados, pois havia consenso entre os integrantes do governo de Vargas sobre a importância de combater o nazismo.

b) Vargas utilizou a neutralidade como estratégia para obter vantagens comerciais e políticas, negociando com ambos os lados do conflito apesar das divisões dentro de seu governo.

c) A pressão dos militares germanófilos levou o Brasil a declarar apoio ao Eixo, rompendo relações diplomáticas com Estados Unidos e Inglaterra.

d) O Brasil manteve-se neutro durante toda a guerra, recusando-se a tomar partido tanto dos Aliados quanto do Eixo para preservar sua economia.

9º ano : História - Fim da Monarquia e a Proclamação da República

A expansão do Império napoleônico refletiu diretamente na independência do Brasil, pois:

Portugal apoiou a Inglaterra e foi obrigado a lutar ao seu lado contra Bonaparte, deixando as colônias abandonadas.

Napoleão Bonaparte invadiu Portugal, a Família Real portuguesa foi para o Brasil e assim, os brasileiros ganharam mais vantagens comerciais.

As batalhas napoleônicas mudaram o mapa europeu fazendo com que Portugal modernizasse seu exército e se fortalecesse.

Os franceses invadiram Portugal e ajudaram os brasileiros a lutar contra Dom João VI.

9º ano : História - Tensões sociais e políticas na República brasileira

O tenentismo dominou a cena política brasileira na década de 20. Um dos movimentos que podemos ver sua influência é:

Revolta da Chibata

Revolta da Vacina

Revolta da Armada

Revolta dos 18 do Forte

9º ano : História - Da Segunda Guerra Mundial à Guerra Fria

Por que o período histórico chamado “Guerra Fria” ganhou este nome?

A rivalidade entre EUA e URSS se deu apenas no campo cultural, comercial e político e não bélico.

As disputas do mundo bipolar passavam por fortalecer internamente o modelo político sem importar com a opinião exterior.

O arsenal de ambas as potências não era suficiente para garantir a destruição do adversário.

Não houve enfrentamentos de fogo direto entre os EUA e a URSS, apenas em zonas onde os dois países disputavam sua influência.

Pratique com questões que só você tem acesso.

Questões exclusivas criadas por especialistas — para você treinar com conteúdo que ninguém mais tem.

Assine o TM+ a partir de
R$ 19,99 /mês
Teste por 7 dias e cancele se não gostar
Gabarito comentado completo — explicação detalhada de cada questão
Questões Exclusivas — conteúdo disponível só no TM+
Tudo o que você desbloqueia com o TM+ — Prática ilimitada, explicações completas, tutor IA 24h, e correção ENEM — tudo sem anúncios!
Desbloquear questões exclusivas →