Questões por Ano Escolar e Matéria
O Período Regencial recebeu esse nome porque:
O Período Regencial recebeu esse nome porque:
a) Foi um momento da história do Brasil onde, mesmo com D. Pedro I no comando, o país estava nas mãos dos juízes.
b) Nesse período a população tinha voz ativa nas decisões a serem tomadas.
c) O país estava sem imperador e foi comandado por regentes, até que o filho de D. Pedro I pudesse assumir o cargo.
d) O então imperador do Brasil, D. Pedro I, se mudou para Portugal para comandar o Brasil de lá.
e) Nenhuma das anteriores.
“Tornou-se característico, como exemplo de abuso dessa doutrina, a...
“Tornou-se característico, como exemplo de abuso dessa doutrina, a questão do Canal do Panamá, cuja república pôde ser proclamada em três semanas, graças ao jogo de intrigas promovidas pelos EUA e França. (...) O intervencionismo norte-americano prosseguiu ainda (...) garantindo a estabilidade das repúblicas do hemisfério sul, além do pagamento de empréstimos feitos pelos Estados Unidos a essas nações.”
CARVALHO, Platão Eugênio de. Neocolonialismo: A expansão imperialista do Século XIX. São Paulo: Brasiliense, 1994. pp. 33-4.
O texto acima faz referência à política dos Estados Unidos durante o contexto neocolonialista, que envolveu a intervenção em diversos países da América Latina. Assinale a alternativa que melhor descreve o nome da política americana no período:
a) Política do Apaziguamento (Appeasement)
b) Política do Laissez-faire
c) Política do Bloqueio Continental
d) Política do “Grande Porrete” (Big Stick)
Ao longo do século XIX, a formação dos países na região da Bacia...
Ao longo do século XIX, a formação dos países na região da Bacia do Prata foi marcada por uma série de disputas e conflitos. Entre elas, destaca-se o tema da navegação na Bacia do Prata, que envolvia:
a) O interesse político da Argentina em garantir a livre navegação na Bacia do Prata, favorecendo a entrada de navios estrangeiros no porto de Buenos Aires.
b) A disputa entre Paraguai e o Brasil sobre o assunto, já que o Brasil era favorável à livre navegação e o Paraguai defendia a necessidade de cobrança de taxas.
c) O forte interesse dos Estados Unidos e da Inglaterra, países que buscavam expandir a colonização no sul do continente.
d) O interesse do Brasil e do Paraguai na livre navegação do Prata, enquanto políticos argentinos buscavam a cobrança de uma taxa alfandegária.
Leia atentamente as afirmativas abaixo.I – Trata-se de uma...
Leia atentamente as afirmativas abaixo.
I – Trata-se de uma unificação nacional tardia, consolidada somente na segunda metade do século XIX.
II – Consolidou um regime monárquico ou imperial no país ao final do processo, com a escolha de um monarca que comandaria todo o país.
III – Mesclou aspectos de unificação cultural com episódios militares, seja em conflitos internos ou com outros países.
As afirmativas que apresentam corretamente características tanto da Unificação Alemã como da Italiana são:
a) I, II e III.
b) I e II, somente.
c) I e III, somente.
d) II e III, somente.
A imagem abaixo apresenta o quadro “A República”, pintado por...
A imagem abaixo apresenta o quadro “A República”, pintado por Manuel Lopes Rodrigues em 1896.

Sobre essa imagem e seu simbolismo, assinale a alternativa INCORRETA:
a) A figura feminina representa a República Brasileira. Em seu trono, é possível ler o nome do país à época e o ano da Proclamação da República em algarismo romano.
b) As cores da roupa da personagem remetem às cores nacionais do Brasil, também presentes na bandeira nacional.
c) O nome “Estados Unidos do Brazil” foi o primeiro a ser adotado no governo republicano, sendo uma inspiração direta na história republicana dos EUA.
d) A espada na mão direita da personagem é uma homenagem à vitória dos republicanos na Guerra Civil de 1889, episódio que culminou na proclamação da República.
"As camélias cultivadas em quilombo da Zona Sul tornaram-se símbolo...
"As camélias cultivadas em quilombo da Zona Sul tornaram-se símbolo do movimento negro em todo o Brasil. (...) Com o consentimento do proprietário, o local abrigava o Quilombo das Camélias, um dos mais atuantes na abolição da escravatura. O antigo grupo foi caracterizado pela luta política e pelo apoio de intelectuais, e as camélias que lá eram plantadas tornaram-se símbolo do movimento abolicionista (...). A escolha do plantio da flor tinha um profundo significado: na época, se dizia que o escravo só servia para cuidar de coisas brutas, que não tinha sensibilidade. Os abolicionistas queriam demonstrar exatamente o oposto. Escolheram plantar camélias no quilombo justamente por ser uma flor superdelicada..."
(Adaptado de: FOTI, Erick. Flores do Leblon e da abolição. Jornal da PUC, Rio de Janeiro, 17 nov. 2017. Disponível em: https://jornaldapuc.vrc.puc-rio.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=5414&sid=28. Acesso em: 22 ago. 2025.)
A simbologia da camélia no movimento abolicionista brasileiro representava:
a) A resistência armada dos quilombolas contra os proprietários de escravos e suas milícias.
b) A aliança política entre estrangeiros e lideranças negras na luta pela abolição.
c) A capacidade produtiva dos escravos em atividades agrícolas e ecológicas.
d) A contestação aos estereótipos racistas que negavam sensibilidade e refinamento aos escravizados.
e) A influência europeia na cultura brasileira através da introdução de espécies vegetais ornamentais.
Fazenda de café fotografada por George Leuzinger (1813-1892), por...

A partir da análise da imagem e de seus conhecimentos sobre o Ciclo do Café no Brasil, é correto afirmar que:
a) A produção de café no Brasil foi acompanhada de um rápido avanço das alforrias e implementação do trabalho livre no Brasil, resultado da pressão britânica e da urbanização da sociedade brasileira.
b) A cafeicultura no Brasil provocou um aumento na demanda da mão de obra escravizada na região Sudeste, além de fortalecer as elites agrícolas do Sudeste no cenário nacional.
c) Regiões como o Recôncavo Baiano e a Zona da Mata nordestina experimentaram um período de rápido progresso econômico ligado à cafeicultura, superando o contexto de crise vivido devido à redução da produção agrícola.
d) O avanço da produção de café esteve ligado à implementação de práticas agroecológicas e de associação direta com as espécies nativas da Mata Atlântica, o que reduziu a ocorrência de pragas e doenças na cultura da rubiácea.
e) O trabalho aplicado na produção cafeeira foi predominantemente livre, tendo em vista a rápida implementação da legislação abolicionista brasileira no século XIX.
“A derrota do Exército Imperial na Guerra Cisplatina (1825-1828)...
“A derrota do Exército Imperial na Guerra Cisplatina (1825-1828) agravou essa insatisfação, seja pela devastação causada pela guerra, seja pela perda definitiva do Uruguai, o que significou o fim do acesso dos sul-rio-grandenses às pastagens e aos rebanhos uruguaios. A isso, somaram-se a taxação de 25% sobre o charque produzi-do na província — enquanto o charque platino pagava apenas 4% para ingressar no Brasil — e os tributos sobre pastagens, esporas, estribos e rum, que o Império impôs aos sul-rio-grandenses.”
(CARRION, Raul Kroeff Machado. Guerra dos Farrapos, a mais longa revolta republicana enfrentada pelo Império do Brasil. Princípios, [S. l.], v. 41, n. 164, p. 171–200, 2022. p. 173)
O texto evidencia que a eclosão da Revolução Farroupilha em 1835 foi resultado de um conjunto de fatores. Entre as causas centrais do conflito, destaca-se:
a) A política fiscal discriminatória do Império, que prejudicava economicamente os produtores rio-grandenses ao favorecer o charque platino no mercado brasileiro.
b) A tentativa imperial de abolir a escravidão no Rio Grande do Sul, o que prejudicaria a produção de charque na província.
c) O apoio incondicional do governo central aos interesses dos estancieiros gaúchos em detrimento dos comerciantes urbanos.
d) A vitória brasileira na Guerra Cisplatina, que expandiu o território imperial às custas dos recursos econômicos da província sulina.
e) A proibição imperial da criação de gado e produção de charque no Rio Grande do Sul para evitar a concorrência com as províncias do Nordeste.
Texto I"O cangaceiro que irrompe como uma cascavel doida deste monturo...
Texto I
"O cangaceiro que irrompe como uma cascavel doida deste monturo social significa, muitas vezes, a vitória do instinto da fome – fome de alimento e fome de liberdade – sobre as barreiras materiais e morais que o meio levanta"
(CASTRO, Josué de. Geografia da fome (o dilema brasileiro: pão ou aço). Rio de Janeiro, 10ª edição. Edições Antares, 1984. n.p.)
Texto II
"Em relação às elites locais, a atitude de Lampião variava entre abordagens pacíficas e confrontos para realizar saques e pilhagens. Ocasionalmente recebiam auxílio e proteção de coronéis em troca de favores e contratação de seus serviços. Portanto, o cangaço operava dentro das contradições e rivalidades dos coronéis, agindo conforme fosse mais conveniente para o bando."
(TODA MATÉRIA. Quem foi Lampião (cangaceiro): história resumida. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/lampiao-cangaceiro/.)
Os textos apresentam interpretações distintas sobre as motivações e a atuação dos cangaceiros. Compare as duas perspectivas e identifique a alternativa que expressa corretamente a ênfase de cada texto:
a) o Texto I caracteriza o cangaço como movimento irracional e instintivo, enquanto o Texto II enfatiza sua organização militar e hierárquica.
b) o Texto I destaca a violência indiscriminada contra a população, enquanto o Texto II ressalta o papel protetor dos cangaceiros nas comunidades sertanejas.
c) o Texto I interpreta o cangaço como movimento revolucionário organizado, enquanto o Texto II o reduz à simples criminalidade comum.
d) o Texto I enfatiza o viés marxista das lideranças do cangaço, enquanto o Texto II demonstra sua subordinação aos interesses dos coronéis.
e) o Texto I apresenta o cangaço como resposta à miséria e à opressão social, enquanto o Texto II evidencia sua atuação pragmática nas disputas entre as elites locais.
(Vestígios arqueológicos da Balaiada no Memorial da Balaiada,...

A imagem acima apresenta parte do Memorial da Balaiada, situada na cidade de Caxias, no Maranhão. A construção e a preservação desse memorial revela um interesse do governo local em:
a) Promover o turismo internacional na região, atraindo visitantes interessados em conhecer as belezas naturais do Maranhão.
b) Demonstrar apoio às ideias separatistas que motivaram a revolta, incentivando novos movimentos de independência na província.
c) Manter viva a memória da Balaiada e valorizar a história local, reconhecendo a importância desse evento para a identidade maranhense.
d) Homenagear os líderes militares que reprimiram a revolta, destacando o papel das forças da Regência na pacificação da província.