Exercícios ENEM
TEXTO I Abaporu. Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em:...
TEXTO I

Em janeiro de 1928, Tarsila queria dar um presente de aniversário especial ao seu marido, Oswald de Andrade. Pintou o Abaporu. Eles acharam que parecia uma figura indígena, antropófaga, e Tarsila lembrou-se do dicionário tupi-guarani de seu pai. Batizou-se o quadro de Abaporu, que significa homem que come carne humana, o antropófago. E Oswald escreveu o Manifesto Antropófago e fundaram o Movimento Antropofágico.
Disponível em: www.tarsiladoamaral.com.br. Acesso em: 4 ago. 2012 (adaptado).
O movimento originado da obra Abaporu pretendia
se apropriar
da cultura europeia, para originar algo brasileiro.
da arte clássica, para copiar o seu ideal de beleza.
do ideário republicano, para celebrar a modernidade.
das técnicas artísticas nativas, para consagrar sua tradição.
da herança colonial brasileira, para preservar sua identidade.
Áreas em estabelecimento de atividades econômicas sempre se...
A mitologia comparada surge no século XVIII. Essa tendência...
combinam folclore e cultura erudita em seus estilos estéticos.
articulam resistência e opressão em seus gêneros literários.
associam história e mito em suas construções identitárias.
refletem pacifismo e belicismo em suas escolhas ideológicas.
traduzem revolta e conformismo em seus padrões alegóricos.
Passada a festa da abolição, os ex-escravos procuraram distanciar-se...
caráter organizativo do movimento negro.
equiparação racial no mercado de trabalho.
busca pelo reconhecimento do exercício da cidadania.
estabelecimento do salário mínimo por projeto legislativo.
entusiasmo com a extinção das péssimas condições de trabalho.
TEXTO I O príncipe D. João VI podia ter decidido ficar em Portugal.
TEXTO I
O príncipe D. João VI podia ter decidido ficar em Portugal. Nesse caso, o Brasil com certeza não existiria. A Colônia se fragmentaria, como se fragmentou a parte espanhola da América. Teríamos, em vez do Brasil de hoje, cinco ou seis países distintos. (José Murilo de Carvalho)
TEXTO II
Há no Brasil uma insistência em reforçar o lugar-comum segundo o qual foi D. João VI o responsável pela unidade do país. Isso não é verdade. A unidade do Brasil foi construída ao longo do tempo e é, antes de tudo, uma fabricação da Coroa. A ideia de que era preciso fortalecer um Império com os territórios de Portugal e Brasil começou já no século XVIII. (Evaldo Cabral de Mello)
1808 - O primeiro ano do resto de nossas vidas. Folha de S. Paulo, 25 nov. 2007(adaptado)
Em 2008, foi comemorado o bicentenário da chegada
da família real portuguesa ao Brasil. Nos textos, dois
importantes historiadores brasileiros se posicionam
diante de um dos possíveis legados desse episódio para
a história do país. O legado discutido e um argumento
que sustenta a diferença do primeiro ponto de vista para
o segundo estão associados, respectivamente, em:
Os movimentos sociais do século XXI, ações coletivas deliberadas...
diminuir a insegurança do sistema eleitoral.
reforçar a possibilidade de maior participação qualificada.
garantir o controle das informações geradas nas mobilizações.
incrementar o engajamento cívico para além das fronteiras locais.
ampliar a participação pela solução da escassez de tempo dos cidadãos.
Quando Deus confundiu as línguas na torre de Babel, ponderou Filo...
ampliação da violência nas guerras intertribais.
desistência da evangelização dos povos nativos.
Veneza, emergindo obscuramente ao longo do início da Idade Média das...
importância das cidades comerciais.
integração entre a cidade e o campo.
dinamismo econômico da Igreja cristã.
controle da atividade comercial pela nobreza feudal.
ação reguladora dos imperadores durante as trocas comerciais.
Os holandeses desembarcaram em Pernambuco no ano de 1630, em nome da...
era a mais importante área produtora de açúcar na América portuguesa.
possuía as mais ricas matas de pau-brasil no litoral das Américas.
De modo geral, os logradouros de Fortaleza, até meados do século...
De modo geral, os logradouros de Fortaleza, até meados do século XIX, eram conhecidos por designações surgidas da tradição ou de funções e edificações que lhes caracterizavam. Assim, chamava-se Travessa da Municipalidade (atual Guilherme Rocha) por ladear o prédio da Intendência Municipal; S. Bernardo (hoje Pedro Pereira) por conta de igreja homônima; Rua do Cajueiro (atual Pedro Borges) por abrigar uma das mais antigas e populares árvores da capital. Já a Praça José de Alencar, na década de 1850, era popularmente designada por Praça do Patrocínio, pois em seu lado norte se encontrava uma igreja homônima.
SILVA FILHO, A. L. M. Fortaleza: imagens da cidade. Fortaleza: Museu do Ceará; Secult-CE, 2001 (adaptado)
Os atos de nomeação dos logradouros, analisados de uma perspectiva histórica, constituem
formas de promover os nomes das autoridades imperiais.
modos oficiais e populares de produção da memória nas cidades.
recursos arquitetônicos funcionais à racionalização do espaço urbano.
maneiras de hierarquizar estratos sociais e dividir as populações urbanas.
mecanismos de imposição dos itinerários sociais e fluxos econômicos na cidade.