Exercícios ENEM
Exterior: Between The Museums — Day CELINE Americans always think...
Exterior: Between The Museums — Day
CELINE
Americans always think Europe is perfect. But such beauty and history can be really oppressive. It reduces the individual to nothing. It just reminds you all the time you are just a little speck in a long history, where in América you feel like you could be making history. Thafs why I like Los Angeles because it is so...
JESSE
Ugly?
CELINE
No, I was going to say “neutral”. Ifs like looking at a blank canvas. I think people go to places like Venice on their honeymoon to make sure they are not going to fight for the first two weeks of their marriage because they’l I be too busy looking around at all the beautiful things. Thafs what people call a romantic place — somewhere where the prettiness will contain your primary violent instinct. A real good honeymoon spot would be like somewhere in New Jersey.
KRIZAN, K.; LINKLATER, R. Before Sunrise: screenplay.
New York: Vintage Books, 2005.
Considerando-se o olhar dos personagens, esse trecho do roteiro de um filme permite reconhecer que a avaliação sobre um lugar depende do(a)
beleza do próprio local.
perspectiva do visitante.
contexto histórico do local.
tempo de permanência no local.
finalidade da viagem do visitante.
TEXTO I Correu à sala dos retratos, abriu o piano, sentou-se e...
Intenso e original, Son ofSaul retrata horror do holocausto Centenas...
A crise dos refugiados imortalizada para sempre no fundo do mar...

Sinhá Se a dona se banhou Eu não estava lá Por Deus Nosso Senhor Eu...
Sinhá
Se a dona se banhou
Eu não estava lá
Por Deus Nosso Senhor
Eu não olhei Sinhá
Estava lá na roça
Sou de olhar ninguém
Não tenho mais cobiça
Nem enxergo bem
Para que me pôr no tronco
Para que me aleijar
Eu juro a vosmecê
Que nunca vi Sinhá
[...]
Por que talhar meu corpo
Eu não olhei Sinhá
Para que que vosmincê
Meus olhos vai furar
Eu choro em iorubá
Mas oro por Jesus
Para que que vassuncê
Me tira a luz.
CHICO BUARQUE; JOÃO BOSCO. Chico. Rio de Janeiro: Biscoito Fino, 2011 (fragmento).
No fragmento da letra da canção, o vocabulário empregado e a situação retratada são relevantes para o patrimônio linguístico e identitário do país, na medida em que
remetem à violência física e simbólica contra os povos escravizados.
valorizam as influências da cultura africana sobre a música nacional.
relativizam o sincretismo constitutivo das práticas religiosas brasileiras.
narram os infortúnios da relação amorosa entre membros de classes sociais diferentes.
problematizam as diferentes visões de mundo na sociedade durante o período colonial.
HENFIL.Disponível em: https:medium.com. Acesso em: 29...

reforçar a luta por direitos civis.
explicitar a autonomia feminina.
ironizar as condições de igualdade.
estimular a abdicação da vida social.
criticar as obrigações da maternidade.
Disponível em: www.deskgram.org. Acesso em: 12 dez.2018(adaptado). A...

estimular denúncias de maus-tratos contra animais.
desvincular o conceito de descarte da ideia de negligência.
incentivar campanhas de adoção de animais em situação de rua.
sensibilizar o público em relação ao abandono de animais domésticos.
alertar a população sobre as sanções legais acerca de uma prática criminosa.
A história do futebol brasileiro contém, ao longo de um século,...
responsabilização de jogadores negros pela derrota na final da Copa de 1950.
projeção mundial da nação por um esporte antes destinado aos pobres.
depreciação de um esporte associado à marginalidade.
interdição da palavra “racismo” no contexto esportivo.
atitude contestadora de um “jogador-problema”.
Devagar, devagarinho Desacelerar é preciso. Acelerar não é preciso.
Devagar, devagarinho
Desacelerar é preciso. Acelerar não é preciso. Afobados e voltados para o próprio umbigo, operamos, automatizados, falas robóticas e silêncios glaciais. Ilustra bem esse estado de espírito a música Sinal fechado (1969), de Paulinho da Viola. Trata-se da história de dois sujeitos que se encontram inesperadamente em um sinal de trânsito. A conversa entre ambos, porém, se deu rápida e rasteira. Logo, os personagens se despedem, com a promessa de se verem em outra oportunidade. Percebe-se um registro de comunicação vazia e superficial, cuja tônica foi o contato ligeiro e superficial construído pelos interlocutores: “Olá, como vai? / Eu vou indo, e você, tudo bem? / Tudo bem, eu vou indo correndo, / pegar meu lugar no futuro. E você? / Tudo bem, eu vou indo em busca de um sono / tranquilo, quem sabe? / Quanto tempo... / Pois é, quanto tempo... / Me perdoe a pressa / é a alma dos nossos negócios... / Oh! Não tem de quê. / Eu também só ando a cem”.
O culto à velocidade, no contexto apresentado, se coloca como fruto de um imediatismo processual que celebra o alcance dos fins sem dimensionar a qualidade dos meios necessários para atingir determinado propósito. Tal conjuntura favorece a lei do menor esforço — a comodidade — e prejudica a lei do maior esforço — a dignidade.
Como modelo alternativo à cultura fast, temos o movimento slow life, cujo propósito, resumidamente, é conscientizar as pessoas de que a pressa é inimiga da perfeição e do prazer, buscando assim reeducar seus sentidos para desfrutar melhor os sabores da vida.
SILVA, M. F. L. Boletim UFMG, n. 1 749, set. 2011 (adaptado).
Nesse artigo de opinião, a apresentação da letra da canção Sinal fechado é uma estratégia argumentativa que visa sensibilizar o leitor porque
adverte sobre os riscos que o ritmo acelerado da vida oferece.
exemplifica o fato criticado no texto com uma situação concreta.
contrapõe situações de aceleração e de serenidade na vida das pessoas.
questiona o clichê sobre a rapidez e a aceleração da vida moderna.
apresenta soluções para a cultura da correria que as pessoas vivenciam hoje.