Exercícios ENEM
MEIRELLES, V. Moema. Óleo sobre tela, 129 cm x 190 cm. Masp, São...

exaltação do retrato fiel da beleza feminina.
tematização da fragilidade humana diante da morte.
ressignificação de obras do cânone literário nacional.
representação dramática e idealizada do corpo da índia.
oposição entre a condição humana e a natureza primitiva.
Coincidindo com o Dia Internacional dos Direitos da Infância, foram...
fomentaram as relações sociais entre as crianças.
tornaram o lazer uma prática difundida entre as crianças.
incentivaram a criação de novos espaços para se divertir.
promoveram uma vivência corporal menos ativa.
contribuíram para o aumento do tempo dedicado para brincar.
Os linguistas têm notado a expansão do tratamento informal. “Tenho...
a escolha de “você” ou de “tu” está condicionada à idade da pessoa que usa o pronome.
a possibilidade de se usar tanto “tu” quanto “você” caracteriza a diversidade da língua.
o pronome “tu” tem sido empregado em situações informais por todo o país.
a ocorrência simultânea de “tu” e de “você” evidencia a inexistência da distinção entre níveis de formalidade.
o emprego de “você” em documentos escritos demonstra que a língua tende a se manter inalterada.
Que tal transformar a internet em palco para a dança? O coreógrafo e...
Que tal transformar a internet em palco para a dança?

O coreógrafo e bailarino Didier Mulleras se destaca como um dos criadores que descobriram a dança de outro ponto de vista. Mini@tures é uma experiência emblemática entre movimento, computador, internet e vídeo. Com os recursos da computação gráfica, a dança das miniaturas pode caber na palma da mão. Pelo fato de usar a internet como palco, o processo de criação das miniaturas de dança levou em consideração os limites de tempo de download e o tamanho de arquivo, para que um número maior de “espectadores” pudesse assistir. A graça das miniaturas está justamente na contaminação entre mídias: corpo/dança/computação gráfica/internet. De fato, é a rede que faz a maior diferença nesse grupo. Mini@tures explora uma nova dimensão que descobre o espaço-tempo da web e conquista um novo território para a dança contemporânea. A qualquer hora, dança on-line.
SPANGHERO, M. A dança dos encéfalos acesos.
São Paulo: Itaú Cultural, 2003 (adaptado).
Considerado o primeiro projeto de dança contemporânea concebido para a rede, esse trabalho é apresentado como inovador por
adotar uma perspectiva conceituai como contraposição à tradição de grandes espetáculos.
criar novas formas de financiamento ao utilizar a internet para divulgação das apresentações.
privilegiar movimentos gerados por computação gráfica, com a substituição do palco pela tela.
produzir uma arte multimodal, com o intuito de ampliar as possibilidades de expressão estética.
redefinir a extensão e o propósito do espetáculo para adaptá-lo ao perfil de diferentes usuários.
TEXTO I O mito da estiagem em São Paulo Os estoques de água doce...
manter os estoques de água doce.
utilizar a água superficial para o consumo.
repor os estoques de água doce em regiões áridas.
reduzir as taxas de precipitação e evaporação da água.
equalizar a distribuição de água doce nas diferentes regiões.
- O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo...
ironizar atitudes e ideias xenofóbicas.
conferir à narrativa um tom anedótico.
dissimular o ponto de vista do narrador.
acentuar a hostilidade das personagens.
exaltar relações de poder estereotipadas.
Seus primeiros anos de detento foram difíceis; aos poucos entendeu...
buscam perpetuar visões do senso comum.
trazem à tona atitudes de um estado de exceção.
promovem a interlocução com grupos silenciados.
inspiram o sentimento de justiça por meio da empatia.
recorrem ao absurdo como forma de traduzira realidade.
Não que Pelino fosse químico, longe disso; mas era sábio, era...
contestar o ensino de regras em detrimento do conteúdo das informações.
resgatar valores patrióticos relacionados às tradições da língua portuguesa.
adotar uma perspectiva complacente em relação aos desvios gramaticais.
invalidar os usos da língua pautados pelos preceitos da gramática normativa.
desconsiderar diferentes níveis de formalidade nas situações de comunicação.
Reaprender a ler notícias Não dá mais para ler um jornal, revista...
Reaprender a ler notícias
Não dá mais para ler um jornal, revista ou assistir a um telejornal da mesma forma que fazíamos até o surgimento da rede mundial de computadores. O Observatório da Imprensa antecipou isso lá nos idos de 1996 quando cunhou o slogan “Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito”. De fato, hoje já não basta mais ler o que está escrito ou falado para estar bem informado. É preciso conhecer as entrelinhas e saber que não há objetividade e nem isenção absolutas, porque cada ser humano vê o mundo de uma forma diferente. Ter um pé atrás passou a ser a regra básica número um de quem passa os olhos por uma primeira página, capa de revista ou chamadas de um noticiário na TV.
Há uma diferença importante entre desconfiar de tudo e procurar ver o maior número possível de lados de um mesmo fato, dado ou evento. Apenas desconfiar não resolve porque se trata de uma atitude passiva. É claro, tudo começa com a dúvida, mas a partir dela é necessário ser proativo, ou seja, investigar, estudar, procurar os elementos ocultos que sempre existem numa notícia. No começo é um esforço solitário que pode se tornar coletivo à medida que mais pessoas descobrem sua vulnerabilidade informativa.
Disponível em: www.observatoriodaimprensa.com.br. Acesso em: 30 set. 2015 (adaptado).
No texto, os argumentos apresentados permitem inferir que o objetivo do autor é convencer os leitores a
buscarem fontes de informação comprometidas com a verdade.
privilegiarem notícias veiculadas em jornais de grande circulação.
adotarem uma postura crítica em relação às informações recebidas.
questionarem a prática jornalística anterior ao surgimento da internet.
valorizarem reportagens redigidas com imparcialidade diante dos fatos.
Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 18 jun. 2019...

divulgar informações científicas sobre o uso indiscriminado de aparelhos celulares.
influenciar o leitor a mudar atitudes e hábitos considerados prejudiciais às crianças.
relacionar o uso da tecnologia aos efeitos decorrentes da falta de exercícios físicos.
indicar medidas eficazes para desestimular a utilização de telefones pelo público infantil.
sugerir aos pais e responsáveis a substituição de dispositivos móveis por atividades lúdicas.