Questões de História — 7º ano

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7º ano : História - Colonização do Brasil e modernidade: para além dos europeus

A respeito da escravidão no Brasil, assinale a alternativa INCORRETA:

a) O local onde os escravizados viviam nas fazendas era chamado de senzala.

b) No processo de escravidão brasileiro, o escravizado era considerado uma propriedade privada de seu senhor.

c) Carta de alforria era o nome dado ao documento que uma pessoa escravizada recebia quando passava a ser considerada livre.

d) Havia uma relação amistosa entre os padres jesuítas e os fazendeiros durante o período colonial.

e) Era comum a prática de castigos físicos como forma de punição aos escravizados.

7º ano : História - Colonização do Brasil e modernidade: para além dos europeus

A resistência dos povos africanos durante a escravização no Brasil é um aspecto de extrema importância no estudo da história da escravidão no país. Sobre esse tema, assinale o que for correto:

a) Os quilombos eram espaços de refúgio onde os padres jesuítas realizavam processos de catequização com escravizados. Para cada escravizado catequizado, a Coroa portuguesa pagava uma quantia em ouro para seu senhor.

b) O processo de escravização no Brasil aconteceu sem que os escravizados apresentassem nenhum tipo de resistência. Isso explica o fato de a escravidão ter durado tanto tempo no país.

c) Além das fugas e revoltas, a resistência dos escravizados contra a escravidão ocorreu também por meio de manifestações culturais e religiosas. No contexto em que viviam, lutar para manter vivos seus costumes e língua, por exemplo, era um ato de resistência.

d) As leis abolicionistas criadas no Brasil durante o século XIX surgiram exclusivamente por conta do contexto europeu. O desenvolvimento das atividades mercantis na Inglaterra são um exemplo disso.

e) Considerando a ação da Princesa Isabel na assinatura da Lei Áurea, em 1888, é possível afirmar que ela deve ser considerada a principal heroína na luta da população brasileira contra a escravidão.

7º ano : História - A formação das monarquias europeias

No contexto do Mercantilismo, o controle estatal da economia:

A) Visava diminuir o poder das monarquias nacionais, em um movimento de contestação ao Absolutismo.

B) Foi um processo de controle da economia nacional pelas monarquias absolutistas, visando fortalecer o poder central e obter recursos para expandir o comércio.

C) Era contrário aos interesses da burguesia, que não se beneficiou das práticas mercantilistas.

D) Tinha o objetivo de reduzir as desigualdades sociais resultantes da crise do Feudalismo.

7º ano : História - A expansão marítima europeia

Dentre os motivos para o pioneirismo de Portugal nas Grandes navegações NÃO estão:

a) Condições políticas favoráveis, dada a centralização do Estado pela dinastia de Avis no século XIV.

b) Os incentivos ao desenvolvimento náutico em torno da chamada Escola de Sagres.

c) A localização geográfica, com saída para o Oceano Atlântico.

d) A disputa com os franceses pelo controle da navegação no Oceano Atlântico.

7º ano : História - A expansão marítima europeia

Périplo Africano é o nome dado a:

a) Um modelo de comércio estabelecido entre portugueses e o Reino do Congo, a partir do século XVI.

b) Uma técnica de navegação característica da África Ocidental.

c) Uma série de viagens realizadas pelos portugueses a partir do século XV pela costa da África, com objetivo de encontrar um caminho alternativo para chegar às Índias.

d) Um tipo de embarcação, bastante utilizada no norte da África pelos comerciantes que dominavam o comércio no Mediterrâneo.

7º ano : História - A expansão marítima europeia

Assinale a alternativa que relaciona, de forma incorreta, o navegador com a expedição marítima:

a) Bartolomeu Dias: Primeiro europeu a contornar o Cabo da Boa Esperança (1488).

b) Vasco da Gama: Comandou a esquadra portuguesa que ultrapassou, pela primeira vez, o Cabo do Bojador (1434).

c) Pedro Álvares Cabral: Comandou a frota portuguesa que alcançou o litoral brasileiro (1500).

d) Cristóvão Colombo: Alcançou o continente americano (1492) sob as ordens dos reis da Espanha.

7º ano : História - A formação das monarquias europeias

No livro "A política segundo a Sagrada Escritura", Jacques Bossuet (1627-1704), um dos teóricos do Absolutismo, defende que: “O trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus". Tal frase é uma expressão da:

A) Teoria do direito divino dos reis.

B) Teoria da célula familiar.

C) Teoria do contrato social.

D) Teoria dos fins justificando os meios.

7º ano : História - Renascimento, Reforma e Contrarreforma

A Contrarreforma foi a reação da Igreja Católica à Reforma Protestante. Foram adotadas as seguintes medidas, com exceção da:

A) Extinção do Tribunal Santo Ofício (Inquisição).

B) Convocação do Concílio de Trento para definir medidas contra a expansão protestante.

C) Criação da Companhia de Jesus para expandir a fé católica.

D) Reafirmação da autoridade do papa e dos dogmas católicos.

7º ano : História - América portuguesa: conquista e tensões

Coube a Portugal a tarefa de encontrar uma forma de utilização econômica das terras americanas que não fosse a fácil extração de metais preciosos. Somente assim seria possível cobrir os gastos de defesa dessas terras. (...) Das medidas políticas que então foram tomadas resultou o início da exploração agrícola das terras brasileiras — acontecimento de enorme importância na história americana.

(FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1971. p. 8. Adaptado.)

De acordo com o autor, o início da atividade agrícola no Brasil estava diretamente ligado:

a) À extração de diamantes e pedras preciosas na América.

b) Ao interesse político de Portugal em catequizar os indígenas.

c) Ao desejo de usufruir economicamente da América Portuguesa.

d) À ambição de construir uma sociedade igualitária no território americano.

e) Ao êxito de Portugal em encontrar rapidamente jazidas de ouro no Brasil.

7º ano : História - América portuguesa: conquista e tensões

"Os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar e aumentar a fazenda, nem ter engenho corrente. E ao modo com que se há com eles depende de tê-los bons ou maus para o serviço."

(ANTONIL, André João. Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas. Rio de Janeiro: CNG, 1963, p. 19.)

O trecho acima revela a seguinte característica do ciclo do açúcar no Brasil:

a) A importância da escravidão indígena frente à escravidão africana.

b) A crítica à intervenção dos jesuítas na escravização.

c) A baixa qualidade do trabalho escravo na produção do açúcar.

d) A dependência do Brasil do uso da mão de obra de escravizados.

e) A relação entre o tráfico negreiro e a ocupação do sertão nordestino.

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