Questões por Ano Escolar e Matéria

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6º ano : Matemática - Números

Qual das seguintes congruências representa corretamente a condição sobre as vacas descrita: "Ao separá-las em grupos de 17, sobram 5"?

v ≡ 5 (mod 17)
v ≡ 12 (mod 17)
v ≡ 5 (mod 5)
v ≡ 7 (mod 13)
7º ano : Matemática - Números

João decidiu dividir um terreno, conforme a imagem abaixo.

Exercício sobre o teorema de Tales

Com base nos dados apresentados, os valores de a, b e c são, respectivamente:

10 m, 15 m e 20 m

20 m, 35 m e 45 m

30 m, 45 m e 50 m

15 m, 25 m e 35 m

25 m, 35 m e 45 m

9º ano : História - República e séculos XX–XXI

(Unemat) A Segunda Grande Guerra (1939-1945) adquiriu caráter mundial a partir de 7 de dezembro de 1941, quando:

os russos tomaram a iniciativa de anexar os Estados Bálticos.

os alemães invadiram o litoral mediterrâneo da África.

os japoneses atacaram a base norte-americana de Pearl Harbor.

os franceses, por determinação do marechal Pétain, ocuparam o Sudeste da Ásia.

os chineses cederam a maior parte de seu território às tropas do Eixo.

8º ano : História - Revoluções e Brasil Império

Leia o trecho abaixo:

“A respeito do analfabetismo, a Imperatriz Maria Teresa da Áustria impôs a educação obrigatória. Ainda que, a princípio, foi recebida com hostilidade, ela não permitiu que a ignorância dos pais terminasse com a iluminação das crianças.”

Adaptado de María Teresa I de Austria, la Reina que prohibió la quema de brujas. Jornal ABC. Consultado em 15.07.2020

A Imperatriz Maria Teresa foi um claro exemplo de “déspota esclarecido”, pois:

Durante seu governo, soube conciliar alguns princípios iluministas como a educação básica, mas sem limitar o poder real com uma Constituição.

Entendeu que a Ilustração era a melhor maneira de contentar burguesia, clero e nobreza e por isso levou a cabo um grande projeto educacional para extinguir o analfabetismo do seu reino.

Adotou ideias do iluminismo na educação, porém não fez o mesmo em outros âmbitos como a limitação do poder do clero e da nobreza.

Tornou-se um paradigma de déspota esclarecido ao se corresponder com personalidades como Voltaire, porém sem deixar que isso afetasse as leis austríacas.

6º ano : Língua Portuguesa - Morfologia (introdução)

(FAU/2016)

"Nunca esquecerei aquela noite..."

A noite, de Elie Wiesel, é um dos mais populares relatos da barbárie nazista

HELIO GUROVITZ

10/07/2016 - 10h00 - Atualizado 10/07/2016 10h00

Diante dos limites da linguagem para lidar com o horror, vários escritores sobreviventes do nazismo escolheram o suicídio. O poeta Paul Célan se lançou no Rio Sena. O psicólogo Bruno Bettelheim se asfixiou com um saco plástico. O escritor Primo Levi morreu ao cair – não por acidente, segundo a polícia – da escadaria de seu prédio em Turim. Elie Wiesel não. Morreu de causas naturais aos 87 anos, na semana passada. Mas não foi indiferente ao tormento. Consumido pela culpa de não ter salvado o pai no campo de Buchenwald, ficou anos em silêncio. Foi o escritor francês François Mauriac quem o convenceu a escrever. “Aquele olhar, como de um Lázaro levantado dos mortos, mas ainda prisioneiro nos confins sombrios por onde vagara, tropeçando entre os cadáveres da vergonha”, escreveu Mauriac sobre o primeiro encontro com Wiesel. “E eu, que acredito que Deus é amor, que resposta poderia dar ao jovem questionador, cujos olhos escuros ainda traziam o reflexo daquela tristeza angélica (…)?” Depois da conversa com Mauriac, Wiesel escreveu, compulsivamente, algo como 800 páginas em iídiche, idioma materno seu e da maioria dos judeus exterminados. O livro resultante, Un di velt hot geshvign (E o mundo silenciou), não saiu na íntegra. Com uma fração do tamanho original, foi publicado em francês em 1958, sob o título La nuit (A noite).

A noite, de Elie Wiesel é o livro da semana

Entre as quase 60 obras que Wiesel produziu, A noite é a mais conhecida. Tornou-se um dos mais populares relatos da barbárie nazista, ao lado do Diário de Anne Frank e de É isso um homem?, de Primo Levi. Não fez sucesso no lançamento, nem mesmo depois de traduzido para o inglês, em 1960. Foi conquistando o público nos anos 1960 e 1970. Em 2006, voltou à lista de mais vendidos, escolhido pelo clube do livro da apresentadora Oprah Winfrey. A noite foi escrito com alta carga de sentimento – mas não é sentimental. Muito menos piegas. Não tem um olhar religioso ou vingativo. É tão somente um testemunho e, por isso mesmo, mais contundente. Narra o encontro de Wiesel, aos 15 anos, com o mal na forma mais absoluta. Do momento em que sua família é arrancada de casa até o instante em que, libertado de Buchenwald, ele enfim olha no espelho pela primeira vez em meses. “Das profundezas do espelho, um cadáver olhou de volta para mim”, diz. “O olhar nos seus olhos, enquanto olhavam os meus, nunca me deixou.”

Dos quatro filhos da família Wiesel, Eliezer era o único menino. Na aldeia judaica de Sighet, passa seu tempo entre estudos rabínicos e as conversas com o zelador da sinagoga, que lhe dá acesso ao estudo da cabala, então proibido a quem tivesse menos de 30 anos. O zelador some, levado pelos nazistas. Por milagre, escapa dos campos e volta à aldeia, onde relata o extermínio. Ninguém acredita nele. Pensam que está louco. Pouco depois, os alemães segregam os judeus em dois guetos. A família Wiesel embarca então no trem da morte. Ao chegar ao complexo de Auschwitz Birkenau, na Polônia ocupada, a mãe e a irmã de 7 anos são separadas. As duas vão direto para as câmaras de gás (outras duas irmãs se salvariam). Pai e filho escapam, na seleção comandada pelo facínora Josef Mengele. São enviados ao campo de trabalho de Buna, onde sobrevivem a uma rotina de fome, tortura, doença e escravidão. Com a aproximação das tropas soviéticas, são levados numa marcha forçada de centenas de quilômetros. A maioria morre de exaustão. Na chegada a Buchenwald, o pai de Wiesel está doente, à beira da morte. O filho faz de tudo para tentar acudi-lo. Também exausto, acaba por largá-lo. Na noite fatídica, 29 de janeiro de 1945, Shlomo Wiesel é levado ao forno crematório.

Dez anos se passariam até que Elie entendesse a única coisa que poderia dar sentido a sua vida depois: prestar testemunho; manter viva a memória. Silêncio e indiferença diante do mal, dizia, são um pecado maior. Sua voz se tornou, desde então, “a consciência da humanidade” e se fez ouvir por toda parte onde os mesmos crimes voltavam a ser cometidos – da Bósnia ao Camboja, de Ruanda a Darfur. Era a mesma voz daquele menino que, diante do mal absoluto, soube encontrar as palavras mais belas e pungentes: “Nunca esquecerei aquela noite, a primeira noite no campo, que transformou minha vida numa longa noite, sete vezes maldita e sete vezes selada. Nunca esquecerei aquela fumaça. Nunca esquecerei os pequenos rostos das crianças, cujos corpos vi tornados em coroas de fumaça sob um céu azul em silêncio. Nunca esquecerei aquelas chamas que consumiram minha fé para sempre. Nunca esquecerei o silêncio noturno que me despojou, por toda a eternidade, do desejo de viver. Nunca esquecerei aqueles momentos que assassinaram meu Deus e minh’alma e transformaram meus sonhos em pó. Nunca esquecerei isso, mesmo que seja condenado a viver tanto quanto o próprio Deus. Nunca”.

Adaptado: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/heliogurovitz/noticia/2016/07/nunca-esquecerei-aquela-noite.html, acesso em 10 de jul, de 2016.

Marque a alternativa correta em relação à classificação das palavras destacadas, na ordem em que aparecem na frase:

“Morreu de causas naturais aos 87 anos, na semana passada. Mas não foi indiferente ao tormento”.

artigo, numeral, adjetivo, advérbio.

preposição, numeral, substantivo, advérbio.

conjunção, numeral, adjetivo, preposição.

preposição, numeral, adjetivo, conjunção.

preposição, numeral, adjetivo, advérbio.

7º ano : Língua Portuguesa - Morfologia (classes variáveis)

Em qual das alternativas o verbo está conjugado no mesmo tempo e modo verbal que a frase seguinte: “Cumprirei os meus deveres até o fim”?

Fiz o que podia fazer.

Faria tudo outra vez.

Começaremos os exercícios amanhã.

Agistes de forma grosseira.

Observei tudo e não encontrei nenhuma pista.

6º ano : História - Das origens à Antiguidade

01- São características das nações indígenas brasileiras antes da chegada dos portugueses ao Brasil, exceto:

Eram civilizações politeístas.

As terras eram de uso coletivo entre os integrantes da aldeia, não havendo a ideia de propriedade privada.

Economia baseada na caça e coleta de frutos na mata.

Organizavam sua vida através do modelo capitalista.

Seus deuses estavam relacionados com fenômenos e ações da natureza.

6º ano : História - Das origens à Antiguidade

Sobre as revoltas de escravizados em Roma Antiga, assinale a alternativa correta:

As revoltas de escravizados não tiveram muito destaque no cenário romano, pois o poder do Senado conseguia reprimir rapidamente tais rebeliões, quando ocorriam.

Um dos escravizados mais famosos de Roma Antiga foi Espártaco, líder de uma revolta que envolveu mais de 100 mil outros escravizados.

As revoltas de escravizados na Roma Antiga não foram relevantes no cenário romano porque a prática da escravidão era pouco disseminada entre esses povos.

Os escravizados em Roma Antiga eram sempre destinados para o divertimento da população. Portanto, a única função de um escravizado romano era batalhar pela própria vida em espaços como o Coliseu.

As rebeliões de escravizados na Roma Antiga, apesar de terem ganhado muito destaque no campo social, nunca afetaram o campo econômico, pois os romanos utilizavam apenas mão de obra assalariada para o desenvolvimento de seus trabalhos, tanto urbanos quanto rurais.

7º ano : Língua Portuguesa - Produção textual

Questão 2. “Essa grande oferta de materiais ligados a uma festa popular - que une elementos de história, cultura, música, dança e artes visuais.” A que festa o trecho se refere?

Festas tradicionais ligadas à história do Brasil.

Festas folclóricas de cada uma das regiões do Brasil.

Carnaval.

8º ano : Língua Portuguesa - Literatura e oralidade

Questão 2. De acordo com o texto, por que o café com leite só pode ser servido sem leite?

Porque servidos juntos, o café e o leite fazem mal.

Porque a leiteira está sem leite.

Porque hoje não é dia do leiteiro entregar leite.

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