Questões de História — 8º ano
Qual dos eventos abaixo NÃO ocorreu durante o Segundo Reinado?
Qual dos eventos abaixo NÃO ocorreu durante o Segundo Reinado?
a) Lei Áurea.
b) Questão Christie.
c) Guerra da Cisplatina.
d) Guerra do Paraguai.
e) Revolução Praieira.
(UEL-PR) “[…] explodiu na província do Grão-Pará o movimento...
(UEL-PR) “[…] explodiu na província do Grão-Pará o movimento armado mais popular do Brasil […]. Foi uma das rebeliões brasileiras em que as camadas inferiores ocuparam o poder.”
Ao texto podem-se associar:
a) A Regência e a Cabanagem.
b) O Primeiro Reinado e a Praieira.
c) O Segundo Reinado e a Farroupilha.
d) O Período Joanino e a Sabinada.
e) A abdicação e a Noite das Garrafadas.
5. A Guerra dos Mascates costuma ser classificada como uma revolta:
5. A Guerra dos Mascates costuma ser classificada como uma revolta:
A) Separatista, pois os revoltosos reivindicavam a separação de Portugal.
B) Nativista, pois os revoltosos não ambicionavam o rompimento com Portugal.
C) Imperial, uma vez que ocorreu no período do Brasil Império.
D) Republicana, pois suas lideranças pretendiam estabelecer uma república cuja capital seria a cidade de Recife.
Embora tenha se difundido posteriormente para outros setores da...
Embora tenha se difundido posteriormente para outros setores da economia, a Primeira Revolução Industrial ocorreu originalmente no setor:
a) Químico, com o domínio da radiação.
b) Têxtil, com a invenção do tear mecânico.
c) Agropecuário, com a cultura do café.
d) Armamentista, com a invenção da arma de fogo.
“A terceira e maior das ondas revolucionárias, a de 1848, foi o...
“A terceira e maior das ondas revolucionárias, a de 1848, foi o produto desta crise. Quase que simultaneamente, a revolução explodiu e venceu (temporariamente) na França, em toda a Itália, nos Estados alemães, na maior parte do império dos Habsburgos e na Suíça (1847). De forma menos aguda, a intranquilidade também afetou a Espanha, a Dinamarca e a Romênia; de forma esporádica, a Irlanda, a Grécia e a Grã-Bretanha. Nunca houve nada tão próximo da revolução mundial com que sonhavam os insurretos do que esta conflagração espontânea e geral... O que em 1789 fora o levante de uma só nação era agora, assim parecia, "a primavera dos povos" de todo um continente.”
(HOBSBAWM, E. J. A Era das Revoluções: 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, pp. 127-130.)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o episódio leva o nome "Primavera dos Povos" por:
a) Adotar princípios revolucionários em países conservadores, como a Romênia e a Dinamarca.
b) Colecionar triunfos em todos os países afetados, desde a Grã-Bretanha até a Europa Mediterrânea.
c) Ser um evento espontâneo e apartidário, ligado apenas às questões de interesse da população.
d) Ter assumido proporções continentais e, em um curto espaço de tempo, ultrapassado as fronteiras nacionais.
"Com a Independência, ocorreu uma reversão da antiga autonomia. ʼO...
"Com a Independência, ocorreu uma reversão da antiga autonomia. ʼO centro explorava o sulʼ, denunciavam os rio-grandenses. O Rio Grande virara colônia da Corte, bradavam com indignação os senhores locais, apontando as inovações da política imperial que alteravam a situação do Rio Grande do Sul: a centralização político-administrativa; a discriminação das rendas provinciais remetidas à Corte; a taxação do charque gaúcho. Mas além do desprestígio político e econômico, (...) havia a desvalorização militar da província."
(PESAVENTO, Sandra Jatahy. Fibra de gaúcho, tchê!. Nossa História, São Paulo: Vera Cruz, v.1, n.2, dez. 2003.)
O texto identifica uma contradição na opinião das elites rio-grandenses acerca da Independência do Brasil, consolidada em 1822. Tal contradição manifesta-se por:
a) A independência ocorreu apenas no sentido político, pois, economicamente, permanecia dependente das potências europeias.
b) A emancipação do Brasil foi parcial, já que a escravidão continuava a assolar a vida de milhões de afrodescendentes.
c) Embora a exploração feita pela Coroa Portuguesa tenha se encerrado, as elites imperiais conservaram a centralização política e exploravam as demais províncias.
d) A manutenção do sistema monárquico representava a manutenção das explorações no Brasil, já que apenas a República garantia a verdadeira liberdade nacional.
e) A disputa entre as elites liberais e conservadoras no Rio de Janeiro impedia a verdadeira emancipação brasileira, que ocorreria através da ascensão das classes populares ao governo central.
"A reação [à Sabinada] foi como sempre exemplar. Segundo dados...
"A reação [à Sabinada] foi como sempre exemplar. Segundo dados oficiais, morreram em combate 1258 rebeldes e 594 soldados. Prenderam-se 2989 rebeldes, sendo muitos aprisionados em navios. Foram deportados 1520 homens para o Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, e por lá aguardaram julgamento. Já os africanos livres foram mandados de volta para a África. O destino de Sabino foi diferente: com anistia concedida por decreto imperial (...), ele foi enviado para Goiás, onde se envolveu com a política local."
(SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 259)
A repressão à Sabinada, descrita no fragmento, insere-se em um padrão mais amplo de atuação do Estado Imperial brasileiro durante o período regencial. A análise dos dados apresentados permite concluir que:
a) o governo imperial privilegiou soluções negociadas e pacíficas para os conflitos provinciais, evitando a repressão militar direta.
b) a anistia concedida aos líderes rebeldes demonstra a fragilidade do poder central em impor sua autoridade sobre as províncias.
c) a violência empregada contra os revoltosos refletia a percepção das elites imperiais de que as revoltas, especialmente as populares, representavam ameaças à ordem estabelecida.
d) o tratamento igualitário dispensado a todos os participantes da revolta evidencia o caráter democrático das instituições do Império.
e) a deportação dos rebeldes para outras províncias tinha como objetivo principal promover a integração nacional e o desenvolvimento das regiões menos povoadas.
Leia o texto abaixo para responder às perguntas 5 e...
Leia o texto abaixo para responder às perguntas 5 e 6.
“Imediatamente após a Independência, as colônias da América do Norte e países europeus impuseram ao Haiti um bloqueio que durou mais de sessenta anos, e cujas consequências estão presentes até hoje. Quanto aos dirigentes brasileiros, passaram a temer o Haiti como ao diabo. O movimento de 1804 repercutiu no país todo, e seria pretexto para várias medidas restritivas, entre elas um modelo centralizador de poder após a Independência. O Brasil se inventou, assim, como um anti-Haiti: por oposição, éramos todos brancos, cristãos e civilizados”
(Adaptado de: SCHWARCZ, Lilia M; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015 p. 228-229)
Sobre a reação dos demais países e colônias americanas à Independência do Haiti, é correto afirmar que:
a) O Haiti sofreu com um forte isolamento após sua independência, tendo em vista que as colônias americanas ainda dependiam do trabalho escravo africano.
b) A Inglaterra acolheu o movimento de Independência do Haiti desde seu início, tendo em vista que os britânicos defendiam o fim da escravidão e do tráfico atlântico.
c) Os Estados Unidos reconheceram imediatamente a independência do Haiti, devido à doutrina Monroe, conhecida como a “América para os Americanos”.
d) A declaração de Independência trouxe impactos reduzidos para o recém-formado Haiti, pois a França e demais potências europeias não tardaram a reconhecer sua emancipação política.
Atualmente, historiadores apontam que a Revolta dos Malês não pode...
Atualmente, historiadores apontam que a Revolta dos Malês não pode ser entendida apenas como um evento brasileiro, mas como um reflexo de dinâmicas ocorridas no continente africano. Sobre essa ligação, assinale a alternativa correta:
a) Os rebeldes baianos eram liderados por chefes de comunidades situadas na atual África do Sul. Entre seus interesses, tais líderes buscavam expandir o cristianismo entre os demais cativos no Brasil.
b) O movimento foi uma tentativa de restaurar as estruturas políticas do Império Mali na América, replicando suas lógicas de poder e laços sociais característicos.
c) A revolta foi organizada por escravos que desconheciam as táticas militares, uma vez que na África não haviam tido contato com guerras. Isso explica o fracasso do movimento.
d) Parte dos revoltosos eram veteranos de guerras ocorridas no continente africano, trazendo para a Bahia experiências políticas e religiosas ligadas à expansão do Islã.
Revolução Francesa ou processo revolucionário? Não há dúvidas...
Revolução Francesa ou processo revolucionário? Não há dúvidas que o movimento burguês e popular, iniciado em 1789, foi um marco não só na França, mas também na história ocidental por romper com o Antigo Regime.
Sendo assim, assinale a alternativa que caracteriza o contexto histórico francês antes da eclosão destes acontecimentos:
a crescente mobilização política dos camponeses do Terceiro Estado, liderado pela burguesia contra os privilégios do clero e da nobreza.
o equilíbrio e a prosperidade econômica da França, decorrente da Revolução Industrial e das boas colheitas registradas na década de 1780.
o apoio da monarquia absolutistas do rei Luís XVI às sucessivas rebeliões camponesas contrárias à nobreza.
o fortalecimento da dinastia dos Bourbon na França e na Espanha, após a participação vitoriosa na guerra de independência dos EUA., em 1774.