Sujeito oracional: o que é, tipos e exemplos

Luzia Julidori
Luzia Julidori
Professora de Língua Portuguesa

O sujeito oracional ocorre quando a função de sujeito é desempenhada por uma oração inteira, e não apenas por um substantivo ou pronome.

Para reconhecê-lo, é importante observar os verbos e as locuções verbais do período, pois eles ajudam a identificar as diferentes orações.

Compare: A participação dos alunos é importante.

Nesse caso:

  • é = verbo;
  • A participação dos alunos = sujeito;
  • participação = núcleo do sujeito.

Como o sujeito apresenta apenas um núcleo, “participação”, temos um sujeito simples.

Agora observe: É importante que os alunos participem.

Temos duas formas verbais:

  • é = pertence à oração principal;
  • participem = pertence à oração que funciona como sujeito.

Podemos separar: [É importante] [que os alunos participem].

Assim:

  • É importante = oração principal;
  • que os alunos participem = oração que exerce a função de sujeito.

Portanto, toda a oração “que os alunos participem” é sujeito de “é importante”.

Neste conteúdo você encontra:

Como identificar o sujeito oracional

Uma maneira prática de reconhecer o sujeito oracional é substituir a oração suspeita pelo pronome demonstrativo “isso”.

Observe: É fundamental que todos respeitem as regras.

Primeiro, localizamos as formas verbais:

  • é = oração principal;
  • respeitem = oração que pode exercer a função de sujeito.

Separando: [É fundamental] [que todos respeitem as regras].

Agora, substituímos toda a segunda oração por “isso”: Isso é fundamental.

Temos: ISSO = (equivale a) QUE TODOS RESPEITEM AS REGRAS

Como “isso” exerce a função de sujeito de “é fundamental”, concluímos que “que todos respeitem as regras” também exerce essa função.

Veja mais um exemplo: Convém que você chegue cedo.

Formas verbais:

  • convém = oração principal;
  • chegue = oração que funciona como sujeito.

Separando: [Convém] [que você chegue cedo].

Substituindo: Isso convém. Logo, “que você chegue cedo” é o sujeito oracional de “convém”.

Atenção ao teste do “isso”

A simples possibilidade de substituir uma oração por “isso” não significa que ela seja sujeito.

Observe: Desejo que você volte.

Temos duas formas verbais: desejo e volte.

Separando: [Desejo] [que você volte].

Agora fazemos a substituição: Desejo isso. A substituição funciona. Porém, nesse caso, “isso” não é sujeito. É objeto direto do verbo “desejar”. Portanto, “que você volte” não é sujeito oracional.

Compare:

É importante que você estude.

  • Isso é importante.
  • “isso” é sujeito.
  • Há sujeito oracional.

Espero que você estude.

  • Espero isso.
  • “isso” é objeto direto.
  • Não há sujeito oracional.

Para não errar: primeiro, identifique as orações. Depois, substitua a oração que está sendo analisada por “isso” e verifique qual função sintática esse pronome exerce.

Tipos de sujeito oracional

O sujeito oracional pode apresentar diferentes formas de construção. A oração que exerce a função de sujeito pode, por exemplo, apresentar verbo no infinitivo ou ser introduzida por conjunção integrante, advérbio interrogativo ou pronome interrogativo.

Sujeito oracional iniciado por infinitivo

Nesse caso, o verbo da oração que funciona como sujeito aparece no infinitivo.

Observe: É importante praticar atividades físicas regularmente.

Formas verbais:

  • é = oração principal;
  • praticar = oração que funciona como sujeito.

Separando: [É importante] [praticar atividades físicas regularmente].

Perguntamos: O que é importante?

Resposta: praticar atividades físicas regularmente.

Portanto, “praticar atividades físicas regularmente” funciona como sujeito oracional.

Veja outro exemplo: Estudar com antecedência facilita a aprendizagem.

Formas verbais:

  • estudar = oração que funciona como sujeito;
  • facilita = oração principal.

Separando: [Estudar com antecedência] [facilita a aprendizagem].

Perguntamos: O que facilita a aprendizagem?

Resposta: Estudar com antecedência.

Nesse caso, a oração reduzida de infinitivo que exerce a função de sujeito aparece antes da oração principal.

Sujeito oracional iniciado pela conjunção integrante “que”

É uma das construções mais frequentes.

Observe: É necessário que todos participem da reunião.

Formas verbais:

  • é = oração principal;
  • participem = oração que funciona como sujeito.

Separando: [É necessário] [que todos participem da reunião].

Perguntamos: O que é necessário?

Resposta: Que todos participem da reunião.

A palavra “que” funciona, nesse caso, como conjunção integrante, introduzindo a oração subordinada substantiva subjetiva.

Sujeito oracional iniciado por advérbio interrogativo

Advérbios interrogativos como “quando”, “onde” e “como” podem introduzir orações com função de sujeito em construções interrogativas indiretas. No entanto, a presença de um advérbio interrogativo não é suficiente para identificar o sujeito oracional: é necessário verificar se toda a oração introduzida por ele exerce a função de sujeito.

Observe: Não se sabe quando a reunião terminará.

Formas verbais:

  • sabe = oração principal;
  • terminará = oração que funciona como sujeito.

Separando: [Não se sabe] [quando a reunião terminará].

Podemos fazer a substituição: Isso não se sabe.

Portanto, a oração “quando a reunião terminará” exerce a função de sujeito da construção “não se sabe”. O termo “quando” introduz a interrogação indireta e apresenta valor temporal.

Sujeito oracional iniciado por pronome interrogativo

Pronomes interrogativos, como “quem” e “qual”, podem introduzir orações com função de sujeito. No entanto, a presença de um pronome interrogativo não é suficiente para identificar o sujeito oracional: é necessário verificar se toda a oração introduzida por ele exerce a função de sujeito.

Observe: Não se sabe quem venceu a competição.

Formas verbais:

  • sabe = oração principal;
  • venceu = oração que funciona como sujeito.

Separando: [Não se sabe] [quem venceu a competição].

Substituindo: Isso não se sabe.

Assim, “quem venceu a competição” funciona como sujeito oracional, e “quem” introduz a interrogação indireta.

É importante observar que a classificação de palavras como quem, onde, quando e como depende do contexto sintático e semântico. Por isso, a presença isolada dessas palavras não é suficiente para identificar um sujeito oracional.

Concordância verbal com sujeito oracional

Quando o sujeito é constituído por uma oração, o verbo da oração principal fica, em regra, na 3.ª pessoa do singular.

Observe: É necessário que os estudantes revisem o conteúdo.

Temos:

  • é = verbo da oração principal;
  • revisem = verbo da oração que funciona como sujeito.

Separando: [É necessário] [que os estudantes revisem o conteúdo].

O sujeito de “é” corresponde à oração inteira: que os estudantes revisem o conteúdo. Por isso, o verbo da oração principal permanece no singular.

Observe outro exemplo: Convém que os candidatos cheguem cedo.

Temos:

  • convém = verbo da oração principal;
  • cheguem = verbo da oração que funciona como sujeito.

Embora o substantivo “candidatos” esteja no plural, o verbo da oração principal permanece no singular: Convém que os candidatos cheguem cedo.

Agora compare:

É importante que o aluno participe.

É importante que os alunos participem.

Nos dois períodos:

  • é = permanece no singular;
  • participe/participem = concorda com o sujeito interno da oração subordinada.

Portanto:

[É importante] [que o aluno participe].

[É importante] [que os alunos participem].

O verbo da oração principal não concorda diretamente com “aluno” ou “alunos”, pois esses termos pertencem à oração que exerce a função de sujeito.

Atenção: não faça a concordância do verbo da oração principal com um substantivo que está dentro do sujeito oracional. Observe primeiro a estrutura das orações.

Sujeito oracional x sujeito simples e composto

A principal diferença está na estrutura do sujeito.

O sujeito simples apresenta apenas um núcleo:

A estudante chegou cedo.

  • verbo: chegou;
  • sujeito: A estudante;
  • núcleo: estudante.

O sujeito composto apresenta dois ou mais núcleos:

A estudante e o professor chegaram cedo.

  • verbo: chegaram;
  • sujeito: A estudante e o professor;
  • núcleos: estudante e professor.

O sujeito oracional é constituído por uma oração:

É importante que a estudante chegue cedo.

Formas verbais:

  • é = oração principal;
  • chegue = oração que funciona como sujeito.

Separando: [É importante] [que a estudante chegue cedo].

Sujeito oracional: que a estudante chegue cedo.

Tipo

Característica

Exemplo

Sujeito simples

apresenta um núcleo

A leitura é importante.

Sujeito composto

apresenta dois ou mais núcleos

A leitura e a escrita são importantes.

Sujeito oracional

uma oração inteira exerce a função de sujeito

É importante que você leia.

Ainda com dúvidas? Pergunta ao Ajudante IA do Toda Matéria

Sujeito oracional e oração subordinada substantiva subjetiva são a mesma coisa?

Os dois conceitos estão relacionados, mas NÃO indicam exatamente a mesma coisa.

O sujeito oracional indica a função sintática exercida por uma oração: ela funciona como sujeito de outra oração.

oração subordinada substantiva subjetiva é o nome dado à classificação dessa oração no período composto.

Observe: É importante que os alunos estudem.

Há duas formas verbais:

  • é = verbo da oração principal;
  • estudem = verbo da oração subordinada.

Separando as orações: [É importante] [que os alunos estudem].

A oração “que os alunos estudem” exerce a função de sujeito de “é importante”. Portanto:

  • quanto à função sintática = é sujeito oracional;
  • quanto à classificação da oração = é uma oração subordinada substantiva subjetiva.

Em resumo: quando uma oração subordinada substantiva exerce a função de sujeito, ela é classificada como oração subordinada substantiva subjetiva e constitui o sujeito oracional da oração principal.

Atenção: nem toda oração subordinada substantiva é sujeito oracional. Ela também pode exercer outras funções sintáticas.

Por exemplo:

Desejo que os alunos estudem.

[Desejo] [que os alunos estudem].

Nesse caso, “que os alunos estudem” não funciona como sujeito, mas como objeto direto do verbo “desejar”. Por isso, é uma oração subordinada substantiva objetiva direta, e não um sujeito oracional.

As orações subordinadas substantivas recebem esse nome porque desempenham funções sintáticas que também podem ser exercidas por substantivos ou expressões de valor substantivo.

Veja outro exemplo: É necessário estudar diariamente.

Observe as formas verbais:

  • é = oração principal;
  • estudar = oração que funciona como sujeito.

Separando: [É necessário] [estudar diariamente].

Perguntando “O que é necessário?”, temos como resposta: estudar diariamente. Portanto, “estudar diariamente” é uma oração que exerce a função de sujeito.

DICA: identificar os verbos ajuda a localizar as orações do período. Depois disso, é preciso verificar qual função sintática cada oração exerce.

Saiba mais sobre as orações subordinadas substantivas.

Passo a passo para identificar

1. Localize os verbos ou as locuções verbais. Eles ajudam a reconhecer as orações.

2. Separe as orações: É importante | que você estude.

3. Identifique a oração que pode funcionar como sujeito: que você estude.

4. Substitua essa oração por “isso”: Isso é importante.

5. Verifique a função de “isso”. Como “isso” é sujeito, a oração substituída também exerce a função de sujeito.

Em resumo: encontrar os verbos ajuda a localizar as orações; substituir por “isso” ajuda a testar a oração; verificar a função sintática de “isso” confirma se há sujeito oracional.

Resumo sobre sujeito oracional

Para identificar um sujeito oracional, observe se uma oração inteira exerce a função de sujeito. Localizar os verbos é uma estratégia que ajuda a perceber a organização das orações.

O que observar

Exemplo

Como identificar

Sujeito oracional

É importante que você estude.

é pertence à oração principal; estude, à oração que funciona como sujeito

Teste com “isso”

É importante que você estude. → Isso é importante.

“Que você estude” pode ser substituído por “isso”, que exerce a função de sujeito

Com infinitivo

É necessário estudar.

estudar é o verbo da oração que funciona como sujeito

Com “que”

Convém que todos participem.

“que” introduz a oração que funciona como sujeito

Com advérbio interrogativo

Não se sabe quando ele chegará.

“quando ele chegará” exerce a função de sujeito

Com pronome interrogativo

Não se sabe quem venceu.

“quem venceu” exerce a função de sujeito

Concordância

É necessário que todos participem.

O verbo da oração principal fica na 3.ª pessoa do singular

Para não errar: não basta substituir uma oração por “isso”. Depois da substituição, verifique se “isso” é o sujeito do verbo da oração principal.

É importante que você estude. → Isso é importante.
“Isso” é sujeito = há sujeito oracional.

Espero que você estude. = Espero isso.
“Isso” é objeto direto = não há sujeito oracional.

Exercícios sobre sujeito oracional

1. (VUNESP /2025) Para responder à questão, considere o artigo escrito por Rafael Magalhães dos Santos e editado por Layse Ventura.

A televisão já foi vista como o fim do cinema. Mas, em vez de morrer, a sétima arte evoluiu: criou novas linguagens, reinventou formatos e encontrou seu próprio espaço. Hoje, a Inteligência Artificial é tratada como a próxima ameaça às indústrias criativas. Será? A história mostra que, diante de grandes mudanças, quem inova sobrevive — e ainda brilha.

Para salvar a experiência do cinema diante da televisão, a indústria apostou na inovação técnica e estética. Vieram o widescreen, o 3D e o som multicanal, criando um espetáculo que nenhuma TV da época podia replicar. As produções também aceleraram a adoção do filme colorido e passaram a se associar a eventos de “alta cultura”, como teatro e ópera, com filmes mais longos, aberturas e intervalos.

Nem todas as ideias pegaram — e algumas soaram até ridículas, como o “smell-o-vision”, que liberava cheiros durante o filme Scent of Mystery (1960). Ainda assim, o esforço de inovar transformou a própria linguagem do cinema.

O impacto foi tão profundo que o cinema deixou de disputar espaço com a TV e criou uma experiência sensorial própria. Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência, era uma forma de transformar limitações em novas possibilidades estéticas. Em vez de resistir à mudança, o cinema a incorporou como motor de evolução.

A Inteligência Artificial gera hoje o mesmo frio na barriga que a televisão causou décadas atrás. Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos, desafiando a ideia de autoria e talento humano. Mas, assim como o cinema não desapareceu, a criação humana também não precisa ser substituída, ela pode evoluir junto.

A IA não é apenas uma máquina de cópias. Ela pode ser uma ferramenta de experimentação, inspiração e até democratização do acesso criativo. Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir: emoção, nuance, surpresa.

A Inteligência Artificial pode ser a faísca de uma nova era nas artes. A criatividade continua a ser um terreno humano — e, agora, com novos instrumentos para explorá-lo como nunca antes.

O sujeito oracional ocorre quando uma oração exerce a função de sujeito de outra oração.

Nesse sentido, ocorre sujeito oracional em:

a) “As produções também aceleraram a adoção do filme colorido” (2º parágrafo).

b) “Nem todas as ideias pegaram” (3º parágrafo).

c) “Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos” (5º parágrafo).

d) “Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência” (4º parágrafo).

Gabarito explicado

Alternativa correta: D.

Em “Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência”, “inovar” é uma oração reduzida de infinitivo que exerce a função de sujeito. Podemos confirmar essa função substituindo-a por “isso”: “Isso não era apenas uma questão de sobrevivência.” Portanto, há sujeito oracional.

Nas demais alternativas, os sujeitos são formados por termos nominais: são simples nas alternativas A e B e composto na alternativa C.

2. Assinale a alternativa em que a oração destacada exerce a função de sujeito.

a) Os estudantes disseram que fariam a atividade

b) É fundamental que todos respeitem as diferenças.

c) A professora espera que os alunos estudem.

d) Tenho certeza de que ele chegará cedo

Gabarito explicado

Alternativa correta: B.

Em “É fundamental que todos respeitem as diferenças”, as formas verbais “é” e “respeitem” ajudam a localizar as duas orações:

[É fundamental] [que todos respeitem as diferenças].

Podemos substituir a segunda oração por “isso”: Isso é fundamental.

Como “isso” exerce a função de sujeito, “que todos respeitem as diferenças” é sujeito oracional.

Nas demais alternativas, as orações destacadas exercem outras funções sintáticas.

3. Em qual alternativa o sujeito oracional é formado por uma oração reduzida de infinitivo?

a) É provável que eles cheguem cedo.

b) Convém que todos permaneçam atentos.

c) É necessário organizar os materiais.

d) Sabe-se que houve mudanças.

Gabarito explicado

Alternativa correta: C.

Comentário: em: [É necessário] [organizar os materiais].

temos: é → verbo da oração principal;

organizar → verbo no infinitivo da oração que funciona como sujeito.

Perguntando “O que é necessário?”, obtemos:

organizar os materiais.

Portanto, trata-se de uma oração subordinada substantiva subjetiva reduzida de infinitivo.

4. Assinale a alternativa em que a concordância do verbo da oração principal está adequada à presença de um sujeito oracional.

a) São necessárias que as inscrições sejam realizadas até sexta-feira.

b) Convêm que os candidatos apresentem os documentos.

c) Bastam que os estudantes entreguem uma cópia.

d) É necessário que os documentos sejam entregues hoje.

Gabarito explicado

Alternativa correta: D.

Em: D - [É necessário] [que os documentos sejam entregues hoje].

a oração inteira “que os documentos sejam entregues hoje” funciona como sujeito.

Por isso, o verbo da oração principal permanece na 3.ª pessoa do singular: “é”.

O substantivo plural “documentos” determina a concordância da locução verbal “sejam entregues”, que está dentro da oração subordinada. Ele não leva o verbo da oração principal para o plural. Nas demais alternativas, o verbo da oração principal foi indevidamente flexionado no plural por atração de termos internos à oração que funciona como sujeito.

Referências Bibliográficas

AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da língua portuguesa. 3. ed. São Paulo: Publifolha, 2009.

BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 39. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019.

CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 7. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2017.

Luzia Julidori
Luzia Julidori
Professora de Língua Portuguesa e Literatura, licenciada em Letras, pós-graduada em Gestão Educacional e mestranda em Educação pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Atua há mais de 20 anos na Educação Básica, com experiência no ensino de Língua Portuguesa, Literatura e produção textual.

Leitura Recomendada

Tópicos Relacionados