Sujeito oracional: o que é, tipos e exemplos
O sujeito oracional ocorre quando a função de sujeito é desempenhada por uma oração inteira, e não apenas por um substantivo ou pronome.
Para reconhecê-lo, é importante observar os verbos e as locuções verbais do período, pois eles ajudam a identificar as diferentes orações.
Compare: A participação dos alunos é importante.
Nesse caso:
- é = verbo;
- A participação dos alunos = sujeito;
- participação = núcleo do sujeito.
Como o sujeito apresenta apenas um núcleo, “participação”, temos um sujeito simples.
Agora observe: É importante que os alunos participem.
Temos duas formas verbais:
- é = pertence à oração principal;
- participem = pertence à oração que funciona como sujeito.
Podemos separar: [É importante] [que os alunos participem].
Assim:
- É importante = oração principal;
- que os alunos participem = oração que exerce a função de sujeito.
Portanto, toda a oração “que os alunos participem” é sujeito de “é importante”.
Neste conteúdo você encontra:
- Como identificar o sujeito oracional
- Tipos de sujeito oracional
- Concordância verbal com sujeito oracional
- Sujeito oracional x sujeito simples e composto
- Sujeito oracional e oração subordinada substantiva subjetiva são a mesma coisa?
- Resumo sobre sujeito oracional
- Exercícios sobre sujeito oracional
Como identificar o sujeito oracional
Uma maneira prática de reconhecer o sujeito oracional é substituir a oração suspeita pelo pronome demonstrativo “isso”.
Observe: É fundamental que todos respeitem as regras.
Primeiro, localizamos as formas verbais:
- é = oração principal;
- respeitem = oração que pode exercer a função de sujeito.
Separando: [É fundamental] [que todos respeitem as regras].
Agora, substituímos toda a segunda oração por “isso”: Isso é fundamental.
Temos: ISSO = (equivale a) QUE TODOS RESPEITEM AS REGRAS
Como “isso” exerce a função de sujeito de “é fundamental”, concluímos que “que todos respeitem as regras” também exerce essa função.
Veja mais um exemplo: Convém que você chegue cedo.
Formas verbais:
- convém = oração principal;
- chegue = oração que funciona como sujeito.
Separando: [Convém] [que você chegue cedo].
Substituindo: Isso convém. Logo, “que você chegue cedo” é o sujeito oracional de “convém”.
Atenção ao teste do “isso”
A simples possibilidade de substituir uma oração por “isso” não significa que ela seja sujeito.
Observe: Desejo que você volte.
Temos duas formas verbais: desejo e volte.
Separando: [Desejo] [que você volte].
Agora fazemos a substituição: Desejo isso. A substituição funciona. Porém, nesse caso, “isso” não é sujeito. É objeto direto do verbo “desejar”. Portanto, “que você volte” não é sujeito oracional.
Compare:
É importante que você estude.
- Isso é importante.
- “isso” é sujeito.
- Há sujeito oracional.
Espero que você estude.
- Espero isso.
- “isso” é objeto direto.
- Não há sujeito oracional.
Para não errar: primeiro, identifique as orações. Depois, substitua a oração que está sendo analisada por “isso” e verifique qual função sintática esse pronome exerce.
Tipos de sujeito oracional
O sujeito oracional pode apresentar diferentes formas de construção. A oração que exerce a função de sujeito pode, por exemplo, apresentar verbo no infinitivo ou ser introduzida por conjunção integrante, advérbio interrogativo ou pronome interrogativo.
Sujeito oracional iniciado por infinitivo
Nesse caso, o verbo da oração que funciona como sujeito aparece no infinitivo.
Observe: É importante praticar atividades físicas regularmente.
Formas verbais:
- é = oração principal;
- praticar = oração que funciona como sujeito.
Separando: [É importante] [praticar atividades físicas regularmente].
Perguntamos: O que é importante?
Resposta: praticar atividades físicas regularmente.
Portanto, “praticar atividades físicas regularmente” funciona como sujeito oracional.
Veja outro exemplo: Estudar com antecedência facilita a aprendizagem.
Formas verbais:
- estudar = oração que funciona como sujeito;
- facilita = oração principal.
Separando: [Estudar com antecedência] [facilita a aprendizagem].
Perguntamos: O que facilita a aprendizagem?
Resposta: Estudar com antecedência.
Nesse caso, a oração reduzida de infinitivo que exerce a função de sujeito aparece antes da oração principal.
Sujeito oracional iniciado pela conjunção integrante “que”
É uma das construções mais frequentes.
Observe: É necessário que todos participem da reunião.
Formas verbais:
- é = oração principal;
- participem = oração que funciona como sujeito.
Separando: [É necessário] [que todos participem da reunião].
Perguntamos: O que é necessário?
Resposta: Que todos participem da reunião.
A palavra “que” funciona, nesse caso, como conjunção integrante, introduzindo a oração subordinada substantiva subjetiva.
Sujeito oracional iniciado por advérbio interrogativo
Advérbios interrogativos como “quando”, “onde” e “como” podem introduzir orações com função de sujeito em construções interrogativas indiretas. No entanto, a presença de um advérbio interrogativo não é suficiente para identificar o sujeito oracional: é necessário verificar se toda a oração introduzida por ele exerce a função de sujeito.
Observe: Não se sabe quando a reunião terminará.
Formas verbais:
- sabe = oração principal;
- terminará = oração que funciona como sujeito.
Separando: [Não se sabe] [quando a reunião terminará].
Podemos fazer a substituição: Isso não se sabe.
Portanto, a oração “quando a reunião terminará” exerce a função de sujeito da construção “não se sabe”. O termo “quando” introduz a interrogação indireta e apresenta valor temporal.
Sujeito oracional iniciado por pronome interrogativo
Pronomes interrogativos, como “quem” e “qual”, podem introduzir orações com função de sujeito. No entanto, a presença de um pronome interrogativo não é suficiente para identificar o sujeito oracional: é necessário verificar se toda a oração introduzida por ele exerce a função de sujeito.
Observe: Não se sabe quem venceu a competição.
Formas verbais:
- sabe = oração principal;
- venceu = oração que funciona como sujeito.
Separando: [Não se sabe] [quem venceu a competição].
Substituindo: Isso não se sabe.
Assim, “quem venceu a competição” funciona como sujeito oracional, e “quem” introduz a interrogação indireta.
É importante observar que a classificação de palavras como quem, onde, quando e como depende do contexto sintático e semântico. Por isso, a presença isolada dessas palavras não é suficiente para identificar um sujeito oracional.
Concordância verbal com sujeito oracional
Quando o sujeito é constituído por uma oração, o verbo da oração principal fica, em regra, na 3.ª pessoa do singular.
Observe: É necessário que os estudantes revisem o conteúdo.
Temos:
- é = verbo da oração principal;
- revisem = verbo da oração que funciona como sujeito.
Separando: [É necessário] [que os estudantes revisem o conteúdo].
O sujeito de “é” corresponde à oração inteira: que os estudantes revisem o conteúdo. Por isso, o verbo da oração principal permanece no singular.
Observe outro exemplo: Convém que os candidatos cheguem cedo.
Temos:
- convém = verbo da oração principal;
- cheguem = verbo da oração que funciona como sujeito.
Embora o substantivo “candidatos” esteja no plural, o verbo da oração principal permanece no singular: Convém que os candidatos cheguem cedo.
Agora compare:
É importante que o aluno participe.
É importante que os alunos participem.
Nos dois períodos:
- é = permanece no singular;
- participe/participem = concorda com o sujeito interno da oração subordinada.
Portanto:
[É importante] [que o aluno participe].
[É importante] [que os alunos participem].
O verbo da oração principal não concorda diretamente com “aluno” ou “alunos”, pois esses termos pertencem à oração que exerce a função de sujeito.
Atenção: não faça a concordância do verbo da oração principal com um substantivo que está dentro do sujeito oracional. Observe primeiro a estrutura das orações.
Sujeito oracional x sujeito simples e composto
A principal diferença está na estrutura do sujeito.
O sujeito simples apresenta apenas um núcleo:
A estudante chegou cedo.
- verbo: chegou;
- sujeito: A estudante;
- núcleo: estudante.
O sujeito composto apresenta dois ou mais núcleos:
A estudante e o professor chegaram cedo.
- verbo: chegaram;
- sujeito: A estudante e o professor;
- núcleos: estudante e professor.
O sujeito oracional é constituído por uma oração:
É importante que a estudante chegue cedo.
Formas verbais:
- é = oração principal;
- chegue = oração que funciona como sujeito.
Separando: [É importante] [que a estudante chegue cedo].
Sujeito oracional: que a estudante chegue cedo.
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Tipo |
Característica |
Exemplo |
|---|---|---|
|
Sujeito simples |
apresenta um núcleo |
A leitura é importante. |
|
Sujeito composto |
apresenta dois ou mais núcleos |
A leitura e a escrita são importantes. |
|
Sujeito oracional |
uma oração inteira exerce a função de sujeito |
É importante que você leia. |
Sujeito oracional e oração subordinada substantiva subjetiva são a mesma coisa?
Os dois conceitos estão relacionados, mas NÃO indicam exatamente a mesma coisa.
O sujeito oracional indica a função sintática exercida por uma oração: ela funciona como sujeito de outra oração.
Já oração subordinada substantiva subjetiva é o nome dado à classificação dessa oração no período composto.
Observe: É importante que os alunos estudem.
Há duas formas verbais:
- é = verbo da oração principal;
- estudem = verbo da oração subordinada.
Separando as orações: [É importante] [que os alunos estudem].
A oração “que os alunos estudem” exerce a função de sujeito de “é importante”. Portanto:
- quanto à função sintática = é sujeito oracional;
- quanto à classificação da oração = é uma oração subordinada substantiva subjetiva.
Em resumo: quando uma oração subordinada substantiva exerce a função de sujeito, ela é classificada como oração subordinada substantiva subjetiva e constitui o sujeito oracional da oração principal.
Atenção: nem toda oração subordinada substantiva é sujeito oracional. Ela também pode exercer outras funções sintáticas.
Por exemplo:
Desejo que os alunos estudem.
[Desejo] [que os alunos estudem].
Nesse caso, “que os alunos estudem” não funciona como sujeito, mas como objeto direto do verbo “desejar”. Por isso, é uma oração subordinada substantiva objetiva direta, e não um sujeito oracional.
As orações subordinadas substantivas recebem esse nome porque desempenham funções sintáticas que também podem ser exercidas por substantivos ou expressões de valor substantivo.
Veja outro exemplo: É necessário estudar diariamente.
Observe as formas verbais:
- é = oração principal;
- estudar = oração que funciona como sujeito.
Separando: [É necessário] [estudar diariamente].
Perguntando “O que é necessário?”, temos como resposta: estudar diariamente. Portanto, “estudar diariamente” é uma oração que exerce a função de sujeito.
DICA: identificar os verbos ajuda a localizar as orações do período. Depois disso, é preciso verificar qual função sintática cada oração exerce.
Saiba mais sobre as orações subordinadas substantivas.
Passo a passo para identificar
1. Localize os verbos ou as locuções verbais. Eles ajudam a reconhecer as orações.
2. Separe as orações: É importante | que você estude.
3. Identifique a oração que pode funcionar como sujeito: que você estude.
4. Substitua essa oração por “isso”: Isso é importante.
5. Verifique a função de “isso”. Como “isso” é sujeito, a oração substituída também exerce a função de sujeito.
Em resumo: encontrar os verbos ajuda a localizar as orações; substituir por “isso” ajuda a testar a oração; verificar a função sintática de “isso” confirma se há sujeito oracional.
Resumo sobre sujeito oracional
Para identificar um sujeito oracional, observe se uma oração inteira exerce a função de sujeito. Localizar os verbos é uma estratégia que ajuda a perceber a organização das orações.
|
O que observar |
Exemplo |
Como identificar |
|---|---|---|
|
Sujeito oracional |
É importante que você estude. |
é pertence à oração principal; estude, à oração que funciona como sujeito |
|
Teste com “isso” |
É importante que você estude. → Isso é importante. |
“Que você estude” pode ser substituído por “isso”, que exerce a função de sujeito |
|
Com infinitivo |
É necessário estudar. |
estudar é o verbo da oração que funciona como sujeito |
|
Com “que” |
Convém que todos participem. |
“que” introduz a oração que funciona como sujeito |
|
Com advérbio interrogativo |
Não se sabe quando ele chegará. |
“quando ele chegará” exerce a função de sujeito |
|
Com pronome interrogativo |
Não se sabe quem venceu. |
“quem venceu” exerce a função de sujeito |
|
Concordância |
É necessário que todos participem. |
O verbo da oração principal fica na 3.ª pessoa do singular |
Para não errar: não basta substituir uma oração por “isso”. Depois da substituição, verifique se “isso” é o sujeito do verbo da oração principal.
É importante que você estude. → Isso é importante.
“Isso” é sujeito = há sujeito oracional.
Espero que você estude. = Espero isso.
“Isso” é objeto direto = não há sujeito oracional.
Exercícios sobre sujeito oracional
1. (VUNESP /2025) Para responder à questão, considere o artigo escrito por Rafael Magalhães dos Santos e editado por Layse Ventura.
A televisão já foi vista como o fim do cinema. Mas, em vez de morrer, a sétima arte evoluiu: criou novas linguagens, reinventou formatos e encontrou seu próprio espaço. Hoje, a Inteligência Artificial é tratada como a próxima ameaça às indústrias criativas. Será? A história mostra que, diante de grandes mudanças, quem inova sobrevive — e ainda brilha.
Para salvar a experiência do cinema diante da televisão, a indústria apostou na inovação técnica e estética. Vieram o widescreen, o 3D e o som multicanal, criando um espetáculo que nenhuma TV da época podia replicar. As produções também aceleraram a adoção do filme colorido e passaram a se associar a eventos de “alta cultura”, como teatro e ópera, com filmes mais longos, aberturas e intervalos.
Nem todas as ideias pegaram — e algumas soaram até ridículas, como o “smell-o-vision”, que liberava cheiros durante o filme Scent of Mystery (1960). Ainda assim, o esforço de inovar transformou a própria linguagem do cinema.
O impacto foi tão profundo que o cinema deixou de disputar espaço com a TV e criou uma experiência sensorial própria. Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência, era uma forma de transformar limitações em novas possibilidades estéticas. Em vez de resistir à mudança, o cinema a incorporou como motor de evolução.
A Inteligência Artificial gera hoje o mesmo frio na barriga que a televisão causou décadas atrás. Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos, desafiando a ideia de autoria e talento humano. Mas, assim como o cinema não desapareceu, a criação humana também não precisa ser substituída, ela pode evoluir junto.
A IA não é apenas uma máquina de cópias. Ela pode ser uma ferramenta de experimentação, inspiração e até democratização do acesso criativo. Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir: emoção, nuance, surpresa.
A Inteligência Artificial pode ser a faísca de uma nova era nas artes. A criatividade continua a ser um terreno humano — e, agora, com novos instrumentos para explorá-lo como nunca antes.
O sujeito oracional ocorre quando uma oração exerce a função de sujeito de outra oração.
Nesse sentido, ocorre sujeito oracional em:
a) “As produções também aceleraram a adoção do filme colorido” (2º parágrafo).
b) “Nem todas as ideias pegaram” (3º parágrafo).
c) “Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos” (5º parágrafo).
d) “Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência” (4º parágrafo).
Alternativa correta: D.
Em “Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência”, “inovar” é uma oração reduzida de infinitivo que exerce a função de sujeito. Podemos confirmar essa função substituindo-a por “isso”: “Isso não era apenas uma questão de sobrevivência.” Portanto, há sujeito oracional.
Nas demais alternativas, os sujeitos são formados por termos nominais: são simples nas alternativas A e B e composto na alternativa C.
2. Assinale a alternativa em que a oração destacada exerce a função de sujeito.
a) Os estudantes disseram que fariam a atividade
b) É fundamental que todos respeitem as diferenças.
c) A professora espera que os alunos estudem.
d) Tenho certeza de que ele chegará cedo
Alternativa correta: B.
Em “É fundamental que todos respeitem as diferenças”, as formas verbais “é” e “respeitem” ajudam a localizar as duas orações:
[É fundamental] [que todos respeitem as diferenças].
Podemos substituir a segunda oração por “isso”: Isso é fundamental.
Como “isso” exerce a função de sujeito, “que todos respeitem as diferenças” é sujeito oracional.
Nas demais alternativas, as orações destacadas exercem outras funções sintáticas.
3. Em qual alternativa o sujeito oracional é formado por uma oração reduzida de infinitivo?
a) É provável que eles cheguem cedo.
b) Convém que todos permaneçam atentos.
c) É necessário organizar os materiais.
d) Sabe-se que houve mudanças.
Alternativa correta: C.
Comentário: em: [É necessário] [organizar os materiais].
temos: é → verbo da oração principal;
organizar → verbo no infinitivo da oração que funciona como sujeito.
Perguntando “O que é necessário?”, obtemos:
organizar os materiais.
Portanto, trata-se de uma oração subordinada substantiva subjetiva reduzida de infinitivo.
4. Assinale a alternativa em que a concordância do verbo da oração principal está adequada à presença de um sujeito oracional.
a) São necessárias que as inscrições sejam realizadas até sexta-feira.
b) Convêm que os candidatos apresentem os documentos.
c) Bastam que os estudantes entreguem uma cópia.
d) É necessário que os documentos sejam entregues hoje.
Alternativa correta: D.
Em: D - [É necessário] [que os documentos sejam entregues hoje].
a oração inteira “que os documentos sejam entregues hoje” funciona como sujeito.
Por isso, o verbo da oração principal permanece na 3.ª pessoa do singular: “é”.
O substantivo plural “documentos” determina a concordância da locução verbal “sejam entregues”, que está dentro da oração subordinada. Ele não leva o verbo da oração principal para o plural. Nas demais alternativas, o verbo da oração principal foi indevidamente flexionado no plural por atração de termos internos à oração que funciona como sujeito.
Referências Bibliográficas
AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da língua portuguesa. 3. ed. São Paulo: Publifolha, 2009.
BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 39. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019.
CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 7. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2017.
JULIDORI, Luzia. Sujeito oracional: o que é, tipos e exemplos. Toda Matéria, [s.d.]. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/sujeito-oracional-o-que-e-tipos-e-exemplos/. Acesso em: