Manifestos modernistas: Pau-Brasil, Antropofagia, Verde-Amarelismo e Anta
Os manifestos modernistas foram textos publicados entre 1924 e 1929 em que escritores brasileiros declararam o que queriam para a arte nacional. Os principais são o Manifesto da Poesia Pau-Brasil (1924) e o Manifesto Antropófago (1928), ambos de Oswald de Andrade, e o Manifesto Nhengaçu Verde-Amarelo (1929), do grupo verde-amarelo. A eles se soma o Grupo da Anta (1927), uma dissidência do Verde-Amarelismo.
Todos defendiam uma arte brasileira, mas davam respostas diferentes à mesma pergunta: o que fazer com o que vem de fora? O Pau-Brasil propunha uma poesia brasileira "de exportação"; a Antropofagia, "devorar" a cultura estrangeira e transformá-la em algo próprio; o Verde-Amarelismo e a Anta, um nacionalismo que recusava a influência estrangeira.
Esses textos pertencem à primeira fase do Modernismo, que vai da Semana de Arte Moderna, em 1922, até 1930. As datas são uma convenção para organizar o estudo: os autores continuaram atuando depois disso.
Resumo dos manifestos modernistas
| Movimento | Data | Onde saiu | Quem | Atitude perante o estrangeiro |
|---|---|---|---|---|
| Pau-Brasil | Manifesto: 18/3/1924 | Jornal Correio da Manhã (Rio de Janeiro) | Oswald de Andrade | Oferece ao exterior uma poesia brasileira ("exportação") |
| Verde-Amarelismo | 1925–1926; manifesto em 17/5/1929 | Jornal Correio Paulistano | Menotti del Picchia, Plínio Salgado, Cassiano Ricardo e outros | Recusa |
| Anta | 1927 | — | Liderança de Plínio Salgado | Recusa (nacionalismo "interior") |
| Antropofagia | Manifesto: maio de 1928 | Revista de Antropofagia, nº 1 | Oswald de Andrade | Devora e transforma |
Neste conteúdo você encontra:
- Como ler um manifesto: cinco perguntas
- Manifesto da Poesia Pau-Brasil (1924)
- Verde-Amarelismo e Grupo da Anta
- Manifesto Antropófago (1928)
- Diferenças entre os manifestos modernistas
- O que aconteceu depois dos manifestos
- Linha do tempo
- Exercícios sobre os manifestos modernistas
- Perguntas frequentes
Como ler um manifesto: cinco perguntas
Manifesto é um texto público e datado em que um autor ou grupo declara um programa: o que propõe para a arte e, em geral, o que recusa. O manifesto é o texto; o jornal, a revista ou o livro em que ele sai é o veículo.
Para comparar os manifestos modernistas sem confundi-los, faça a cada um as mesmas cinco perguntas:
- Quando saiu?
- Onde saiu? (em que jornal, revista ou livro)
- Quem assina?
- O que propõe?
- Como trata o estrangeiro?
Essas perguntas usam dados que podem ser verificados. Frases curtas, tom provocativo ou voz coletiva aparecem em muitos manifestos, mas não em todos, e por isso não servem como critério principal. Também vale lembrar que uma revista não é um manifesto: a Klaxon, por exemplo, circulou em nove números, de 15 de maio de 1922 a janeiro de 1923, como periódico do movimento modernista.
Manifesto da Poesia Pau-Brasil (1924)
O Manifesto da Poesia Pau-Brasil, de Oswald de Andrade, foi publicado em 18 de março de 1924 no jornal Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, na seção "Letras & Artes", página 5.
O texto propõe uma poesia brasileira que une o primitivo e o moderno e que se apresenta ao mundo como produção própria. A ideia aparece na oposição mais citada do manifesto:
"Poesia de importação. E a Poesia Pau-Brasil, de exportação."
Oswald de Andrade, Manifesto da Poesia Pau-Brasil, Correio da Manhã, 18 mar. 1924.
O nome vem do pau-brasil, o primeiro produto exportado pela colônia. Em vez de só receber modelos europeus, o Brasil passaria a oferecer ao exterior uma arte sua.
Manifesto de 1924 e livro de 1925
Um erro comum é dizer que o manifesto é de 1925. Esse é o ano de outro objeto com nome parecido: o livro de poemas Pau Brasil, publicado em Paris por Oswald de Andrade, com ilustrações de Tarsila do Amaral.
| Critério | Manifesto da Poesia Pau-Brasil | Livro Pau Brasil |
|---|---|---|
| Natureza | Texto programático | Livro de poemas |
| Ano | 1924 | 1925 |
| Onde saiu | Jornal Correio da Manhã, Rio de Janeiro | Publicado em Paris |
| Autoria | Oswald de Andrade | Oswald de Andrade, com ilustrações de Tarsila do Amaral |
O manifesto anuncia o programa, e o livro o põe em prática. As características do movimento e seus poemas estão no artigo sobre o Movimento Pau-Brasil.
Verde-Amarelismo e Grupo da Anta
O Verde-Amarelismo surgiu no jornal Correio Paulistano em meados da década de 1920. As fontes divergem entre meados de 1925 e julho de 1926; por isso, o mais preciso é registrar a faixa 1925–1926. Entre seus integrantes estavam Menotti del Picchia, Plínio Salgado e Cassiano Ricardo.
O grupo defendia um nacionalismo que recusava a influência estrangeira, em oposição ao que via como excesso de modelos europeus em outras correntes modernistas, como a de Oswald de Andrade.
Grupo da Anta (1927)
Em 1927, uma dissidência, isto é, um grupo menor que se separa de outro por divergência de programa, formou o Grupo da Anta, sob liderança de Plínio Salgado. O grupo falava em um nacionalismo "interior" e escolheu como símbolo a anta, animal que, em seu discurso, "abre caminhos". O tupi aparecia nesse discurso como uma "raça" que teria se deixado absorver pela mestiçagem; essa é uma formulação do próprio grupo.
Manifesto Nhengaçu Verde-Amarelo (1929)
Em 17 de maio de 1929, o grupo publicou no Correio Paulistano o Manifesto Nhengaçu Verde-Amarelo, com cinco signatários: Menotti del Picchia, Plínio Salgado, Cassiano Ricardo, Alfredo Ellis Júnior e Cândido Motta Filho.
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Plínio Salgado, que tinha liderado a Anta, também assina o Nhengaçu. Isso mostra que as fronteiras entre os grupos não eram rígidas: uma mesma pessoa podia circular entre eles.
Manifesto Antropófago (1928)
O Manifesto Antropófago, também de Oswald de Andrade, saiu em maio de 1928, no número 1 da Revista de Antropofagia. O nome da revista e o do movimento se parecem, mas são coisas diferentes: a revista é o veículo, e o manifesto, um texto publicado nela.
O programa antropófago propõe "devorar" a cultura estrangeira e transformá-la em matéria própria, em vez de recusá-la. A antropofagia, aqui, é uma metáfora para a apropriação crítica do que vem de fora. A frase mais famosa do manifesto mistura Shakespeare e o tupi:
"Tupi, or not tupi that is the question."
Oswald de Andrade, Manifesto Antropófago, Revista de Antropofagia, ano I, nº 1, maio 1928.
O texto termina com uma datação própria, "Em Piratininga. Ano 374 da Deglutição do Bispo Sardinha.", que faz referência ao bispo português que, segundo a tradição, teria sido devorado por indígenas caetés no século XVI.
As duas "dentições" da Revista de Antropofagia
| Fase | Formato | Período | Números |
|---|---|---|---|
| Primeira dentição | Revista mensal, dirigida por Antônio de Alcântara Machado, com Raul Bopp na gerência | Maio de 1928 a fevereiro de 1929 | 10 |
| Segunda dentição | Página semanal no jornal Diário de S. Paulo | 17 de março a 1º de agosto de 1929 | 16 |
O movimento está associado ao quadro Abaporu, de Tarsila do Amaral, de 1928, presenteado a Oswald de Andrade. A associação é um dado histórico, mas não permite afirmar que a tela tenha causado o movimento. Saiba mais sobre as características e as influências no artigo sobre o Movimento Antropofágico.
A figura do indígena em três programas
| Programa | Como aparece o indígena | Para que serve |
|---|---|---|
| Romantismo indianista | Símbolo nacional idealizado, como em Iracema, de José de Alencar | Construir uma identidade nacional |
| Anta (1927) | No discurso do grupo, o tupi como "raça" que teria se deixado absorver pela mestiçagem | Sustentar um nacionalismo "interior" |
| Antropofagia (1928) | A imagem de quem devora | Pensar a relação com o estrangeiro |
Diferenças entre os manifestos modernistas
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Três comparações ajudam a evitar confusões:
- Pau-Brasil e Antropofagia têm o mesmo autor, Oswald de Andrade, mas programas diferentes: o primeiro oferece uma poesia brasileira ao exterior; o segundo devora o estrangeiro e o transforma. O nome do autor não basta para identificar o programa.
- Verde-Amarelismo e Anta recusavam o estrangeiro, mas não são o mesmo grupo: a Anta é uma dissidência de 1927 do Verde-Amarelismo, com liderança de Plínio Salgado.
- Nhengaçu e Antropofagia circularam em 1929, mas o ano não basta para classificar um texto. O Nhengaçu saiu no Correio Paulistano, com assinaturas verde-amarelas; a Antropofagia ocupava, então, uma página no Diário de S. Paulo.
A única relação direta documentada entre os grupos é a da Anta como dissidência do Verde-Amarelismo. Os outros contrastes são comparações entre programas, e não respostas de um manifesto a outro.
Fora desse recorte fica o Manifesto Regionalista, de Gilberto Freyre. Segundo o autor, ele foi apresentado em 1926, no Recife, mas só foi publicado em 1952, e a data de apresentação é contestada.
O que aconteceu depois dos manifestos
Os signatários do Nhengaçu seguiram caminhos diferentes nos anos 1930. Por isso, a trajetória de cada um deve ser lida individualmente, com nome e data:
| Pessoa | Trajetória posterior |
|---|---|
| Plínio Salgado | Liderou a fundação da Ação Integralista Brasileira, em São Paulo, em 7 de outubro de 1932. |
| Cassiano Ricardo | Fundou em 1937 o movimento Bandeira, contrário ao integralismo, e, a partir de 1940, dirigiu o jornal A Manhã, no Rio de Janeiro. |
| Menotti del Picchia | Dirigiu em 1938 o Serviço Estadual de Publicidade e Propaganda de São Paulo, que não se confunde com o DIP, órgão federal criado em dezembro de 1939. |
Por isso, não é correto dizer que "os verde-amarelos viraram integralistas": entre os autores citados, só Plínio Salgado seguiu para o integralismo, e Cassiano Ricardo fundou um movimento contrário a ele.
Linha do tempo
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Exercícios sobre os manifestos modernistas
Resolva as questões e confira o gabarito explicado de cada alternativa.
Questão 1
Um texto de 1924, publicado em um jornal do Rio de Janeiro e assinado por um só autor, propõe uma poesia brasileira "de exportação". De que manifesto se trata?
a) Manifesto Antropófago, de Oswald de Andrade.
b) Manifesto Nhengaçu Verde-Amarelo.
c) Livro Pau Brasil.
d) Manifesto Regionalista, de Gilberto Freyre.
e) Manifesto da Poesia Pau-Brasil, de Oswald de Andrade.
A alternativa correta é a e: o Manifesto da Poesia Pau-Brasil saiu no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, em 18 de março de 1924, e opõe a poesia "de importação" à poesia "de exportação".
A alternativa a falha porque o Manifesto Antropófago é de 1928 e saiu em uma revista, não em jornal. A alternativa b falha porque o Nhengaçu é de 1929, saiu em São Paulo e tem cinco signatários. A alternativa c falha porque o livro é de 1925, foi publicado em Paris e reúne poemas, não um programa. A alternativa d falha porque esse texto foi publicado em 1952 e trata do regionalismo nordestino.
Questão 2
Qual afirmação descreve corretamente o programa do Manifesto Antropófago?
a) Propõe recusar toda influência estrangeira.
b) Propõe devorar a cultura estrangeira e transformá-la em matéria própria, em vez de recusá-la.
c) Defende a prática real do canibalismo.
d) Foi publicado em 1924 no Correio da Manhã.
e) Foi assinado por cinco autores, entre eles Plínio Salgado.
A alternativa correta é a b: a antropofagia é uma metáfora: absorver o que vem de fora e transformá-lo em algo brasileiro.
A alternativa a falha porque a recusa do estrangeiro caracteriza o Verde-Amarelismo e a Anta. A alternativa c falha porque "devorar" é uma metáfora para a apropriação cultural. A alternativa d falha porque essa é a data e o veículo do Manifesto da Poesia Pau-Brasil. A alternativa e falha porque isso descreve o Nhengaçu; o Manifesto Antropófago é de Oswald de Andrade.
Questão 3
Sobre o Grupo da Anta, é correto afirmar que:
a) foi uma dissidência da Antropofagia, liderada por Oswald de Andrade.
b) publicou o Manifesto da Poesia Pau-Brasil.
c) defendia devorar a cultura estrangeira.
d) foi uma dissidência do Verde-Amarelismo, em 1927, liderada por Plínio Salgado.
e) surgiu antes do Verde-Amarelismo, em 1922.
A alternativa correta é a d: a Anta se separou do Verde-Amarelismo em 1927, sob liderança de Plínio Salgado, defendendo um nacionalismo "interior".
A alternativa a falha porque a Anta saiu do Verde-Amarelismo, e não da Antropofagia. A alternativa b falha porque esse manifesto é de Oswald de Andrade, de 1924. A alternativa c falha porque a Anta recusava o estrangeiro. A alternativa e falha porque a Anta é de 1927, posterior ao Verde-Amarelismo (1925–1926).
Questão 4
Um colega afirma: "O Manifesto Nhengaçu Verde-Amarelo é antropófago, porque saiu em 1929, quando a Antropofagia ainda existia". Qual correção está certa?
a) O Nhengaçu é verde-amarelo: saiu no Correio Paulistano e foi assinado por cinco integrantes desse grupo.
b) O colega tem razão, porque todos os manifestos de 1929 eram antropófagos.
c) O Nhengaçu é do Grupo da Anta, porque Plínio Salgado o assinou.
d) O Nhengaçu é de 1924 e pertence ao Pau-Brasil.
e) O Nhengaçu foi publicado na Revista de Antropofagia.
A alternativa correta é a a: o veículo e as assinaturas vinculam o Nhengaçu ao Verde-Amarelismo; o ano, sozinho, não classifica um texto.
A alternativa b falha porque o ano não basta para classificar um texto. A alternativa c falha porque a presença de Plínio Salgado não faz do Nhengaçu um texto da Anta. A alternativa d falha porque o Nhengaçu é de 17 de maio de 1929. A alternativa e falha porque ele saiu no Correio Paulistano.
Questão 5
Um colega escreveu: "Os verde-amarelos viraram integralistas". Qual reescrita corrige a frase?
a) Todos os signatários do Nhengaçu fundaram juntos a Ação Integralista Brasileira.
b) Cassiano Ricardo e Menotti del Picchia dirigiram o DIP.
c) Plínio Salgado fundou a Ação Integralista Brasileira em 1932; Cassiano Ricardo fundou, em 1937, o movimento Bandeira, contrário ao integralismo.
d) Oswald de Andrade fundou o integralismo em 1928.
e) A frase está correta, porque o Verde-Amarelismo era um partido político.
A alternativa correta é a c: as trajetórias foram individuais: entre os autores citados, só Plínio Salgado seguiu para o integralismo.
A alternativa a falha porque só Plínio Salgado liderou a fundação da Ação Integralista Brasileira. A alternativa b falha porque nenhum dos dois dirigiu o DIP, órgão federal criado em 1939. A alternativa d falha porque Oswald de Andrade não fundou o integralismo; a Ação Integralista Brasileira é de 1932. A alternativa e falha porque o Verde-Amarelismo foi um grupo literário, e não um partido.
Quer revisar o contexto completo antes da prova? Veja o artigo sobre o Modernismo no Brasil, com as três fases do movimento.
Perguntas frequentes
Quais são os manifestos modernistas?
Os principais são o Manifesto da Poesia Pau-Brasil (1924) e o Manifesto Antropófago (1928), de Oswald de Andrade, e o Manifesto Nhengaçu Verde-Amarelo (1929), do grupo verde-amarelo.
Qual é a diferença entre o Pau-Brasil e a Antropofagia?
O Pau-Brasil propõe uma poesia brasileira "de exportação", oferecida ao exterior. A Antropofagia propõe "devorar" a cultura estrangeira e transformá-la em algo próprio.
O que foi o Verde-Amarelismo?
Foi um grupo modernista surgido no Correio Paulistano entre 1925 e 1926, com Menotti del Picchia, Plínio Salgado e Cassiano Ricardo, que defendia um nacionalismo contrário à influência estrangeira.
O que foi o Grupo da Anta?
Foi uma dissidência do Verde-Amarelismo formada em 1927, liderada por Plínio Salgado, que defendia um nacionalismo "interior" e tinha a anta como símbolo.
Quando foi publicado o Manifesto Antropófago?
Em maio de 1928, no número 1 da Revista de Antropofagia.
O Manifesto Pau-Brasil é de 1924 ou de 1925?
O manifesto é de 18 de março de 1924. Em 1925 saiu, em Paris, o livro de poemas Pau Brasil, com ilustrações de Tarsila do Amaral.
Referências Bibliográficas
ANDRADE, Oswald de. Manifesto da Poesia Pau-Brasil. Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 18 mar. 1924. Letras & Artes, p. 5.
ANDRADE, Oswald de. Manifesto Antropófago. Revista de Antropofagia, São Paulo, ano I, n. 1, maio 1928.
ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. Semana de Arte Moderna; Cassiano Ricardo. São Paulo: Itaú Cultural. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br. Acesso em: 6 nov. 2026.
PICCHIA, Menotti del et al. Manifesto Nhengaçu Verde-Amarelo. Correio Paulistano, São Paulo, 17 maio 1929.
TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda europeia e modernismo brasileiro: apresentação dos principais poemas, manifestos, prefácios e conferências vanguardistas, de 1857 até hoje. 20. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2012.
JULIDORI, Luzia. Manifestos modernistas: Pau-Brasil, Antropofagia, Verde-Amarelismo e Anta. Toda Matéria, [s.d.]. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/manifestos-modernistas-pau-brasil-antropofagia-verde-amarelismo-e-anta/. Acesso em: