Maiores Ditadores da História

Juliana Bezerra

O século XX está cheio de exemplos de ditadores na Europa, América, África e Ásia.

São dirigentes que chegaram ao poder às vezes por via democrática ou derrubando pela força um regime constituído. Desejavam construir uma "nova sociedade", e para isso, cometeram crimes contra a Humanidade.

De esquerda ou de direita, apresentamos uma lista com 15 ditadores da história contemporânea.

1. Adolf Hitler (1889-1945)

Adolf Hitler
Adolf Hitler

Presidente e chanceler da Alemanha, Adolf Hitler foi precursor do nazismo, concebeu e fez a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Austríaco de nascimento, Hitler foi para a Alemanha em busca de uma vida melhor. Lutou como soldado na Primeira Guerra Mundial. Acompanhou os dois impérios, o alemão e o austríaco, que se esfacelavam após a derrota.

Este fato vai moldar sua atitude política, pois ele se junta aos que culpavam os comunistas, judeus e capitalistas internacionais pela derrota germânica. Com alguns companheiros, trama o Golpe de Munique, mas é derrotado e preso. Ali, resumiria suas ideias no livro "Minha Luta".

Hitler defendia a ideia da superioridade da raça ariana e, por isso, tratou de eliminar todos aqueles que considerava inferiores como judeus, ciganos, deficientes físicos e intelectuais, homossexuais, etc.

Para isso, criou e utilizou os campos de concentração nazistas para seus macabros objetivos. Essas foram as principais vítimas do nazismo. Além disso, levou a Alemanha a guerrear em duas frentes, ocidental e oriental,em batalhas que custaram a morte de milhares de jovens.

Ao perceber que a Alemanha seria derrotada, Hitler suicidou-se.

Leia mais em Holocausto e Nazismo.

2. Josef Stalin (1879-1953)

Josef Stalin
Josef Stalin

Stalin nasceu na Geórgia. Após a morte de Lenin em 1924, Josef Stalin alcançou o poder da União Soviética.

Seu primeiro passo foi estatizar os meios de produção e coletivizar as terras cultiváveis. O objetivo era alcançar o nível de industrialização de países como a Alemanha ou Inglaterra.

As crises de fome devido às políticas agrícolas equivocadas mostraram ao povo russo e ao mundo a pior face do socialismo. Também perseguiu implacavelmente seus inimigos exilando-os, enviando-os às prisões de trabalho forçado conhecidas como Gulags ou matando-os.

Em 30 anos de Stalin no poder, calcula-se que morreram cerca de 20 milhões de pessoas.

Stalin faleceu de causas naturais em 1953.

3. Mengistu Haile Mariam (1937)

Mengistu Haile Mariam
Mengistu Haile Mariam

Militar e político etíope, também conhecido como “Negus Rojo”. Subiu ao poder destronando o imperador Haile Selassie I e instalou na Etiópia um governo de inspiração socialista.

Sua administração esteve marcada por crimes contra os Direitos Humanos, fome coletiva, perseguição à oposição e guerra contra a Somália.

Seu regime foi responsável por entre 725.000 e 1.285.000 mortes. No ano de 2006, a justiça etíope declarou a Mengistu Haile Mariam culpado de genocídio e crimes contra a humanidade.

Apesar disso, hoje em dia, Mengistu Haile Mariam vive no Zimbábue.

4. Hissène Habré (1942)

Hissène Habré
Hissène Habré

Militar e político foi presidente do Chade de 1982 até 1990. Hissène Habré chegou ao poder através de um golpe de Estado que derrubou o presidente eleito Goukouni Oueddei.

Neste época, Oueddei contava com o suporte da Líbia, de Gaddafi (ler n.º 13).

Assim, Estados Unidos e França, com receio que mais um governo antiocidental se formasse no norte da África, apoiou a deposição de Oueddei liderada por Habré.

Durante seu governo, Hissène Habré cometeu genocídios contra as tribos e etnias que lhe faziam oposição. Calcula-se que a polícia secreta tenha torturado umas 200.000 pessoas e assassinado cerca de 40.000.

Habré recebeu o duvidoso apelido de "Pinochet da África" devido aos seus métodos de desaparecimento e tortura de presos políticos.

Ao ser derrotado, em 1990, foi para o Senegal. Após tentativas infrutíferas da justiça europeia deportá-lo à Bélgica para ser julgado, o Senegal criou uma corte especial que o condenou à prisão perpétua.

Atualmente, Hissène Habré cumpre pena de prisão perpétua em Dakar.

5. Augusto Pinochet (1915-2006)

Augusto Pinochet
Augusto Pinochet

Militar e ditador chileno. Em 1973, dirigiu o Golpe de Estado que derrotou o governo do presidente eleito Salvador Allende.

Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos intervinham em governos que fossem de orientação socialista.

O Chile experimentava mudanças políticas e sociais importantes após a eleição de Allende. Foi a primeira vez que um político de esquerda havia chegado ao poder pela via eleitoral na América Latina.

Os militares, liderados por Augusto Pinochet, declararam hostilidade a Allende e invadiram o palácio presidencial em 11 de setembro de 1973. Allende se suicidou e Pinochet assumiu o controle do Chile.

Pinochet cometeu graves violações dos Direitos Humanos como a censura, o uso da tortura em interrogatórios e o desaparecimento de pessoas. O regime de Pinochet terminou com mais de 3.200 pessoas desaparecidas e 38.000 torturadas.

Embora as autoridades chilenas tenham levado a cabo investigações com o objetivo de levá-lo aos tribunais, Pinochet faleceu sem ir a julgamento.

6. Idi Amin Dada (1920-2003)

Idi Aman Dada
Idi Amin Dada

Ditador militar e presidente de Uganda, Idi Amin Dada subiu ao poder com o golpe de Estado de 1971.

Seu governo se caracterizou pela repressão à liberdade de expressão, corrupção, a perseguição étnica e assassinatos de inimigos políticos.

Idi Amin Dada passou da ideologia pró-ocidental, para o anti-imperialismo. Desta maneira, conseguiu o apoio da Líbia, União Soviética e Alemanha Oriental.

Expulsou indianos, paquistaneses e cristãos europeus do país a fim de transformar Uganda num país somente para negros. O número de vítimas atribuído ao seu regime oscila entre as 100.000 e 500.000 pessoas.

Além disso, chegou a mandar assassinar altos membros do seu governo como ministros e o bispo anglicano Janani Luwum, que denunciava as atrocidades do seu regime.

De personalidade megalomaníaca, ofereceu-se para ser rei da Escócia a fim de liderar os escoceses para derrotar a Inglaterra.

Em 1978, Idi Amin Dada declarou guerra a Tanzânia, mas seria derrotado por este país. Assim, exilou-se na Líbia e, posteriormente, na Arábia Saudita, onde faleceria após 24 anos de exílio.

7. Saddam Hussein (1937-2006)

Saddam Hussein
Saddam Hussein

Saddam Hussein nasceu na cidade de Tikirit e era oriundo de uma família pobre que se dedicava ao pastoreio. Aos 20 anos ingressou no Partido Socialista Árabe Ba'ath e dali foi construindo sua carreira.

Este partido tinha como ideologia conciliar as ideias socialistas com o nacionalismo árabe. Durante o governo de Saddam, as empresas petroleiras e os bancos foram nacionalizados. Isto atraiu a desconfiança dos Estados Unidos que dependiam do petróleo iraquiano para a satisfazer sua demanda.

Também aboliu os tribunais e a lei islâmica - a sharia - e isso lhe valeu críticas dos setores religiosos. Também reprimiu duramente as etnias curda e xiita, acusadas de colaborarem com os inimigos do Iraque.

O governo de Saddam Hussein foi marcado por prisões arbitrárias e torturas. Participou na Guerra do Golfo e na Guerra do Iraque e é o responsável do Genocídio Curdo durante o conflito Irã-Iraque.

Capturado por tropas americanas foi entregue à justiça do Iraque. A corte iraquiana o condenou à morte por enforcamento.

Leia mais em Curdos.

8. Francisco Franco Bahamonde (1892-1975)

Francisco Franco Bahamonde
Francisco Franco

Militar e ditador espanhol integrante do golpe de Estado que derrubou a república espanhola na qual desembocou na Guerra Civil Espanhola (1936-1939). Durante a guerra, verificam-se prisões arbitrárias e julgamentos sumários.

Franco permitiu que os países aliados, Alemanha e Itália, bombardeassem cidades como Guernica, Barcelona e Madri. Somente de desnutrição calcula-se que morreram na Espanha umas 50 mil pessoas.

Posteriormente, seu regime foi marcado por uma violenta perseguição aos opositores, censura, repreensão aos nacionalismos, exílio para aqueles que haviam lutado pela causa republicana .

Em quarenta anos de governo, a pena de morte estava instituída e foram fuziladas 23.000 pessoas.

Faleceu em 1975 de causas naturais. Até hoje, a memória e o legado de Franco são um assunto controverso na Espanha.

9. Jorge Rafael Videla (1925-2013)

Jorge Rafael Videla
Jorge Videla

Militar e ditador argentino. Em 1976, após consumar o golpe de Estado na Argentina contra a presidente Isabelita Perón semeou o terror pelo país.

Seu regime autodenominou-se "Processo de Reorganização Nacional" e se baseava em eliminar a oposição por meio de prisões arbitrárias, sequestros e assassinatos. Calcula-se que foram deixados cerca de 30.000 desaparecidos nesta época.

Sob sua proteção, alguns militares argentinos aproveitavam-se dos bens daqueles que foram detidos. Inclusive sequestravam os bebês nascidos nas prisões e os davam para adoção.

Igualmente, promoveu a abertura de mercado, a supressão de sindicatos e se envolveu numa disputa territorial contra o Chile. Com desavenças entre seus companheiros de armas, Videla foi substituído pelo general Roberto Viola.

Videla foi julgado várias vezes nas décadas posteriores oscilando passagens pela prisão à liberdade. Por fim, em 2010, foi condenado à prisão perpétua, onde morreria com 87 anos.

10. Pol Pot (1925-1998)

Pol Pot
Pol Pot

Saloth Sar, mais conhecido como Pol Pot, foi um ditador cambojano e líder do Khmer Vermelho. Atraído pelo socialismo, especialmente o maoismo, pegou em armas contra a monarquia e os vietnamitas.

Uma vez no poder, sua ideia era construir um país agrário. Tudo que fosse modernidade como máquinas e tecnologia foi banido do Camboja. Os intelectuais, a religião e o estudo foram banidos.

Também obrigou as pessoas que viviam nas cidades a irem para o campo. Ali, eram confinadas em campos de trabalho forçados onde morriam de inanição e fadiga.

Tornou-se o principal responsável do denominado "Genocídio Cambojano" que eliminou um terço da população do Camboja. A tortura era usada de maneira sistemática e grandes fossas comuns eram abertas para enterrar os mortos.

Em 1979, o Vietnã invade o Camboja. Para combatê-los, Pol Pot manda minar os campos do país, o que deixa consequências até hoje, pois as minas terrestres continuam fazendo vítimas.

Mesmo derrotado, ele se retira para o interior onde lidera a dissidência. O conflito se transforma numa guerra entre o governo e o Khmer Vermelho, ainda comandados por Pol Pot.

Pol Pot morre sem ser julgado por suas atrocidades em 1998.

11. Mao Tsé-Tung (1893-1976)

Mao Tsé-Tung
Mao Tsé-Tung

Líder da Revolução Chinesa que instaurou o socialismo na China. Calcula-se que suas políticas de industrialização e reorganização agrícola tenham deixado 70 milhões de mortos.

MaoTsé-Tung se aproximou da União Soviética a fim de conseguir apoio externo e mercado para os produtos chineses. Admirava Stalin e imitou seus métodos de coletivização forçada e o culto à personalidade do líder, por exemplo.

A versão do socialismo na China foi chamada de maoismo e inspirou movimentos de esquerda no mundo inteiro

Igualmente, promoveu purgas de intelectuais e a Revolução Cultural nos anos 60 que mergulhou o país numa onda de violência e prisões que custaram a vida de estudantes e opositores.

Ainda assim, recebeu a visita do presidente americano Richard Nixon de modo a conquistar a opinião política ocidental.

O legado de Mao permanece controverso. Se por um lado, ele assentou as bases para a modernização chinesa, industrializando o país, por outro, acabou por comprometer várias gerações por conta das perseguições políticas, desnutrição e jornadas de trabalho extenuantes.

Mao Tsé-Tung morreu em 1976 devido à doenças.

12. Benito Mussolini (1883-1945)

Benito Mussolini
Benito Mussolini

Benito Mussolini nasceu numa família humilde na Itália e a princípio se encantou com as ideias socialistas, por seu conteúdo revolucionário.

No entanto, ressentido pela derrota da Itália na Primeira Guerra, rompe com o socialismo. Passa a defender o fascismo, o nacionalismo extremo, violento e antidemocrático como solução para recuperar os territórios e o orgulho perdidos.

Em 1922, mostra o poder do seu Partido Fascista colocando 50.000 militantes para desfilar no episódio conhecido como “A Marcha sobre Roma”.

Como todos os ditadores, Mussolini não poupou esforços em perseguir opositores, como comunistas e socialistas. Aliado de Hitler, promulgou leis antissemitas que resultaram na deportação e morte de milhares de judeus.

A participação da Itália na Segunda Guerra foi um fiasco completo e a Alemanha teve que intervir em todas as batalhas para socorrer seu aliado. Em 1943, Mussolini é deposto e preso, mas foi resgatado por paraquedistas alemães.

Ainda tenta fundar uma república no norte da Itália. Expulso, tentaria atravessar a fronteira suíça, mas é descoberto e fuzilado em 1945.

13. Muammar Gaddafi (1942-2011)

Gaddhafi
Moammar Gaddhafi

Político, militar e revolucionário líbio. Derrubou a monarquia através de um golpe de Estado e foi proclamado o líder do país.

Usou o lucro da produção do petróleo para modernizar a Líbia construindo casas, promovendo a educação e saúde gratuitas. Sob seu comando o país teve o maior IDH da África.

Muçulmano praticante, não concordava com o comunismo por esta ideologia ser ateia. Assim, aproximou-se das ideias pan-arabistas defendidas pelo presidente do Egito, Gamel Adbel Nasser, que buscava unir o mundo árabe recém-saído do colonialismo europeu.

Gaddafi foi eliminando, literalmente, qualquer oposição interna. Para isso, contava com a polícia secreta que vigiava e prendia os cidadãos líbios sem precisar de acusações formais. Em junho de 1996, mandou executar cerca de 1.000 prisioneiros, acusados de “oposição ao regime”.

No exterior, declarou guerra ao imperialismo americano. Assim, financiou vários grupos europeus que usavam da violência para atingir seus objetivos como o alemão Baader Meinhof, o vasco ETA, o irlandês IRA e organizações palestinas.

Igualmente, promoveu uma série de atentados terroristas. Os mais notórios foram o sequestro de atletas israelenses na Olimpíada de Munique em 1972, que terminou com 12 mortos e a explosão do avião da Pam Am 103, em 1988, que matou 270 pessoas.

Apesar disso, Gaddhafi não apoiava o terrorismo praticado por grupos como o Al-Qaeda ou o Estado Islâmico, pois os via como concorrentes.

Dessa maneira, condenou o ataque de 11 de Setembro e se declarou amigo das potências ocidentais. Na primeira década do século XXI recebeu uma série de dirigentes da França, Espanha e Reino Unido.

No entanto, com a Primavera Árabe, organizações líbias se levantaram contra Gaddhafi com apoio das tropas da ONU. Conseguiram expulsá-lo da capital e posteriormente, o dirigente foi perseguido enquanto se dirigia para sua cidade natal. Ali, foi capturado e assassinado a tiros.

14. Papa Doc (1907-1971)

François Duvalier, Papa Doc
François Duvalier, conhecido como Papa Doc

Papa Doc, apelido pelo qual era chamado François Duvalier, foi um médico e político haitiano.

Chegou ao poder através das eleições, mas rapidamente se tornou o "presidente eterno" do Haiti. Para tanto, substituiu os comandantes do Exército por homens de sua confiança e criou os "Tontons Macoute". Estes consistiam numa guarda pessoal que obedecia diretamente a Duvalier.

As vítimas feitas pelos Tontons Macoute podem chegar a 150.000 pessoas entre assassinatos e desaparecimentos. Igualmente, muitos haitianos foram exilados ou saíram do país por causa da perseguição política.

O aumento do poder de Papa Doc se explica pelo apoio financeiro e estratégico dos Estados Unidos que temiam perder mais um aliado no Caribe, após a Revolução Cubana.

Também Papa Doc soube usar o vodu, religião animista afro-caribenha, para aterrorizar a população haitiana. Assim, se criou a lenda que todos aqueles que se opunham aos seus desejos, morriam.

Papa Doc faleceu em 1971 em decorrência de complicações devida à diabetes. Foi sucedido pelo seu filho Jean-Claude Duvalier, o "Baby Doc" que governou até 1986.

15. Kim Jong-un (1983)

Kim Jong-un
Kim Jong-un

É o atual ditador da Coreia do Norte desde 2011, nascido em Pyongyang. É o terceiro membro da dinastia comunista Kim a ocupar o poder.

Seu avô, Kim Jong-sum (1912-1994), foi o fundador do estado comunista da Coreia do Norte e travou a Guerra da Coreia.

Como consequência, a península coreana foi dividida em dois países que seguiam zonas de influências diferentes. A do norte aliada à União Soviética e a do sul, vinculada aos Estados Unidos.

Durante o governo de Kim Jong-um cerca de um milhão de pessoas podem ter morrido de inanição, fuzilamentos, torturas e doenças.

Foi sucedido pelo filho, Kim Jong-il (1941-2011), que continuou com as políticas de culto à personalidade, partido único e o encerramento da Coreia do Norte ao mundo.

Kim Jong-il foi o provável mandante do atentado contra dirigentes sul-coreanos levados a cabo na Birmânia, em 1983, onde 21 pessoas morreram.

Também em retaliação às Olimpíadas de Seul, teria explodido um avião da Korean Air, em 1987, onde faleceram 115 pessoas.

Esperava-se que Kim Jong-un fosse começar a abertura da Coreia do Norte ao mundo, pois ele havia se educado no Ocidente. No entanto, Kim Jong-un tem se mostrado tanto ou mais despótico que o avô e o pai.

Uma das suas primeiras medidas foi mandar matar o próprio tio acusando-o de espionagem. Em seguida, promoveu um expurgo na cúpula militar, prendendo ou matando todos aqueles que julgavam que não lhe seriam leais.

Agora, dedica-se a mostrar ao mundo o arsenal de armas que possui. Isto já causou mais de um incidente internacional e tem fomentado o conflito entre EUA e Coreia do Norte.

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Juliana Bezerra
Juliana Bezerra
Bacharelada e Licenciada em História, pela PUC-RJ. Especialista em Relações Internacionais, pelo Unilasalle-RJ. Mestre em História da América Latina e União Europeia pela Universidade de Alcalá, Espanha.